3º artigo da série Design Growth na Prática

Um bom processo de design, na minha opinião, passa por um período de pesquisa e descoberta bem aprofundado e focado na pessoa usuária, que levante hipóteses para resolver problemas e depois então um trabalho de solução e validação destas hipóteses. Vou mostrar como fazemos isso de forma intensa e recorrente no time de PLG do RD Station. E por mais que possa parecer batido, Design Thinking é a base desse processo.

Não é novo o conceito de colocar a pessoa no centro da solução, mas DT tem o poder de gerar ideias inovadoras, explorar oportunidades e colocar o usuário como…


2º artigo da série Design Growth na Prática

Growth se tornou uma disciplina fundamental para qualquer empresa de tecnologia, criando uma estrutura com prática em experimentação, validação de hipótese e inclui de forma recorrente o feedback loop no processo de design, reduzindo incertezas e suposições para o desenvolvimento de produto.

Há mais de 2 anos atuo como designer em um time de Product-led Growth aqui na RD Station, foi uma transição que me exigiu mudanças na forma de atuar, pois pedia características e fortalezas que precisei desenvolver e isso deixou mais evidente as diferenças de um Growth Designer para um Product Designer (quem trabalha em features e na…


1º artigo da série Design Growth na Prática

sujanpatel.com

Este será o primeiro de uma série de posts que irei fazer sobre Design aplicado em um time de Growth. Então vamos começar explicando um pouco sobre os conceitos de PLG e como Design se encaixa nesse conceito.

Product-led Growth é assunto de artigos muito bons e com bastante profundidade como: O que é Product-Led Growth ou até mesmo esse What Is Product-Led Growth & Why It’s Taking Off?, da Product Led Institute, referência no tema. Mas vou tentar desmistificar esse termo de forma muito rápida.

Há alguns anos, a forma como algumas empresas fazem a aquisição de clientes e…


Trabalho com produto há um bom tempo, lembro que o Twitter foi lançado e eu achava aquilo incrível e viciante. Gerenciava meus projetos com Basecamp. Naquela época eu nem pensava em assistir Netflix e usava Grooveshark para escutar música. Quanta revolução em termos que design já tivemos desde então, talvez a maior delas foi ver como os produtos tornaram-se cada vez mais naturais de se utilizar, com menos curva de aprendizado, mais self-service. O princípio dessa revolução é o que, em produto, chamamos de growth.

Nestes últimos anos entrei em um novo desafio aqui no RD Station: atuar em um…


Em Maio de 2018 fui para São Francisco pela segunda vez. Incentivado pela Resultados Digitais, participei de um evento de design impressionante, o Awwwards Conference, e também visitei empresas como Google, Facebook, 99 Designs, Adobe e Airbnb, tudo na companhia do meu colega Josias Oliveira.

A RD tem esse programa de incentivo para enviar pessoas para lá, o objetivo é pesquisar e entender a evolução do mercado em todos os níveis, no nosso caso o assunto principal era design dentro do ambiente de produto.

Vou contar então um pouco do que vimos por lá e como foi essa experiência no…


Todos nós temos hábitos, alguns deles criamos de forma consciente, já outros só nos damos conta depois de um certo tempo. E assim como muitos hábitos são difíceis de se criar, eles podem também ser ainda mais custosos de se perder.

Por definição, hábito é:

“Tendência ou comportamento, geralmente inconsciente, que resulta da repetição frequente de certos atos; rotina; automatismo”.

Do livro O Poder do Hábito, Charles Duhigg diz que “todo hábito tem um gatilho disparador que o antecede e uma recompensa final.”


Retenção é uma das principais preocupações de um produto Saas. Não adianta colocar cliente pra dentro do produto e não investir esforços para que ele utilize-o com frequência. Esse uso constante podemos chamar de hábito, instigar o usuário a estar em contato com o produto o maior tempo possível mas também trazendo sempre algo de valor para que chegue um momento que ele retorne por conta própria.

Em tese parece simples, mas colocar em prática pode ser bem desafiador. O framework mais conhecido em relação a formação de hábito em produto é chamado de Hooked. Idealizado por Nir Eyal, ele…


Apesar de nunca ter aplicado antes já fazia um tempo que estudava e lia sobre o Design Sprint, framework criado pelo Google Ventures. Eu tentava entender como poderia utilizar em aqui dentro da Resultados Digitais, mas não tinha visto ainda como encaixar em algum projeto e ver ele rodando na prática.


Uma das coisas mais interessantes da vida são as histórias que criamos. Começar, viver o momento e saber a hora de encerrar uma jornada.

Foram 13 anos de Zee, passamos por altos e baixos diversas vezes, conheci muitas pessoas, fiz clientes que viraram amigos e amigos que me deram o prazer de realizar incríveis projetos. Sem nenhum arrependimento e com muito orgulho de tudo que foi feito, esse ciclo se encerra.

É legal lembrar quando começamos, enjambrados no quarto do Fabio, rindo mais que trabalhando, criando código no Dreamweaver e desenhando no Fireworks. …


Uma prática que temos feito com frequência aqui na Resultados Digitais é envolver profissionais de diversas especialidades no processo de design. A premissa é que a diversidade de ideias e de visões do produto consigam trazer uma solução mais rica em todos os sentidos.

De modo geral, muitas vezes nós designers começamos a trabalhar numa solução com pouca profundidade do problema, quase nenhuma visão de negócio e, às vezes, sem ter certeza se aquela solução trará valor ou não para o usuário e para a empresa. É aí que dinâmicas multidisciplinares entram na história.

Fabiano Meneghetti

Designer @ RD Station. http://fabiano.me

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