Fabio Bracht

I write either about the amazingly good, or the astonishingly bad. The middle ground holds no interest.


Conversas perdidas


Como a tecnologia de comunicação anda fragmentada, né?

Quando eu comecei a usar internet, no início dos anos 2000, tinha o ICQ: 90% das pessoas que “conversavam na internet” (na época, não era todo mundo que fazia isso), usava o ICQ como plataforma pra conversar. Alguns poucos usavam o mIRC, mas só.


Li: Eu, Robô

Nove histórias seminais da ficção científica, cada uma com uma premissa melhor que a outra


Fluxo de consciência insone de alguém que tem medo de envelhecer e ainda acha Weezer uma puta banda, me desculpe

Publications edited by Fabio Bracht

Ideias em português sobre web e tecnologia.

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Conversas perdidas

Particularidades, espontaneidades, dificuldades e idiossincrasias que fazem parte da experiência de ser um ser humano.

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Foco

Pensamentos em português sobre precisamente este site no qual você está agora.


Como tratar a si mesmo


Quem é o seu melhor amigo ou a sua melhor amiga? Quem vem à mente? Se não for um amigo, quem então é a pessoa mais importante da sua vida? Aquele alguém por quem voc…


The things I do not own

An open letter to Tyler Durden


Dear Tyler,

At some point in “Fight Club”, you famously said: the things you own end up


→this←


The song you’re listening to right now. Not the next one you just queued, or the last one you played. The person you’re talking to right now. The food you’re eating. The portion of the food you’re chewing.

The tree under which you stand, the wind you’re feeling on your face. The shadow keeping you cool or the sun keeping you warm and full of vitamin D.


O que faz um jogo de celular ser “bom”?


Tenho jogado bastante dois jogos no meu celular: Monument Valley e Crossy Road. Baixei os dois no mesmo dia, provável motivo pelo qual tem sido dif…


Li: To Kill a Mockingbird

Sobre racismo, infância e como ser o melhor pai do mundo


Foco


Tinha à frente um livro de crônicas de Nelson Rodrigues; ao lado, uma xícara de café na mesa; acima, uma caixa de som tocando um clássico de George Harrison; e à frente, todas as pessoas bonitas que se enfileiravam, bem vestidas, à espera de pedir seus cafés ao barista.

Podia prestar atenção no que fosse e, justamente por esse motivo, não conseguia se prender a nada em…


Dez anos depois, o Last.fm finalmente atinge o seu potencial completo


Lembro bem, muito bem mesmo, de quando conheci o Last.fm, em 2005. (Bem antes de ser cool, podem me chamar de…