O Luis que não era Luis
Um dia ainda vou entender porque os amores tem que ser escondidos. Os amores deveriam ser todos escancarados, amados, rasgados. E foi assim com ele.
Para falar dele, se falava do Luis, mas o nome dele não era Luis. Este foi o nome com o qual ele foi re-batizado para que não fosse sabida sua real identidade. Se ao menos a escolha da mãe não lhe fizesse juízo, mas não, tinha nome de anjo.
Amor que por osmose uma amiga também sentiu e nenhuma das duas viveu…
… talvez porque ela também o chamou de Luis e Luis nunca existiu.
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Meus amores, amores dos meus amigos, amores que me contaram, transformados em histórias pelo meu olhar e sempre em primeira pessoa. Como diria Stephen King, quando se trata de passado todo mundo escreve ficção.
