Quem vive de orgulho, morre de saudade
Quem vive de orgulho, morre de saudade (SAFADÃO, Wesley)
Pensador contemporâneo, devidamente identificado. Podemos seguir com a história.
Que passa?
O caso é o seguinte. Aconteceu algo que me caiu muito mal. Na hora do baque corri para o colo, ainda que telefônico, dela que tem sido minha voz da consciência.
No dia seguinte, a situação se mostrou muito positiva (se ignorado o principal aspecto negativo que me derrubou na véspera). E eu senti vontade de dividir esta felicidade que eu estava sentindo com duas pessoas. Duas pessoas que por motivos diferentes eu não procurei, ou pelo menos não ainda.
Quem vive de orgulho morre de saudade, o mestre Safadão está certo.
A primeira pessoa que eu não liguei foi por aquela velha história de só eu procurar e ficar pensando, “poxa eu sou a chata insistente que força a barra, o próximo contato tem que partir da outra parte.” Esta é a pessoa que parte de mim quer procurar e a outra parte impede.
A segunda pessoa é a que dá coceirinha de procurar, para fazer ficar tudo bem de novo. E de um jeito, ainda que indireto e que ele não tenha a menor consciência disso, só aconteceu por causa dele tudo o que está acontecendo, de ruim e de bom.
Quem vive de orgulho morre de saudade. E hoje eu vou dormir morrendo de saudade…
