Concordo com o Edgar Damasceno e tem um outro detalhe que gostaria de contrapor na teoria: E se não a Eleven for o monstro, mas o Will? Ele foi o único que sobreviveu e, claramente, ficou infectado com alguma coisa. De todos raptados, foi o único a conseguir interagir eletricamente com o ambiente e, por último, a conseguir conversar pelas paredes.
Simbolicamente, o Will sempre foi o mestre da Dungeon e o responsável por criar os monstros de D&D. Eu não acho que a simbologia das partidas se limitaria ao que a gente viu até agora, mas provavelmente é algo que é muito mais abrangente.
O Will também é o único a passar tanto tempo no lapso temporal, o que faz dele uma incongruência na linearidade. É por isso que, na minha opinião, o tempo “buga” na cena final dele.
O Will também não morre imediatamente, como foi o caso da Barbara. Por que? Por que o monstro pouparia ele? Talvez porque no fundo o monstro que o Will é ele mesmo e se o matasse, como o próprio monstro existiria num lapso temporal? Sendo assim a única decisão que existiria para o monstro, seria tornar o Will um monstro?
Bom, no mais, muito boa teoria. Não sei se o que eu expus, no entanto, faz sentido.
Um último detalhe, será que alguém sabe o que o cara Russo dizia?