E o futebol virou profissão…

O ano de 1933 é fundamental para o futebol brasileiro. Afinal, foi durante o período que foi fundada a Liga Carioca de Futebol Profissional, movimento que substituiu a prática de falso amadorismo de alguns clubes da época, pela oficialização da profissão de jogador de futebol.

O projeto praticamente foi todo idealizado e debatido nas Laranjeiras, sede do Fluminense F.C. O principal líder era Arnaldo Guinle, patrono do tricolor, que via na celeuma a grande responsável por desnivelar as competições e também por simular uma falsa sensação de inclusão social.

Na época, alguns times usavam de subterfúgios para remunerar seus atletas, deixando-os livres para treinarem e se dedicarem exclusivamente ao “oficio de jogar bola”. Eles levavam grande vantagem sobre clubes como o Fluminense, onde a equipe era formada por estudantes e profissionais de outras áreas, que encaravam a pratica do esporte bretão como lazer de fim de semana.

O Fluminense, naquele momento, era o clube mais organizado do país, e se quisesse, poderia perfeitamente se beneficiar da híbrida situação. Mas não, consciente do seu importante papel na história, o “Clube que Orgulha o Brasil” preferiu enfrentar a hipocrisia e não mediu esforços para oficializar um dos mais importantes passaportes de ascensão social do nosso país: a profissão de jogador de futebol.

#NósSomosAHistória

Show your support

Clapping shows how much you appreciated Fluminense Football Club’s story.