Gothem och Tale: Prologen I — Uruk Hai
- O imaginário de qualquer europeu neopagão se delimita a natureza que na qual, se teme a consciência de seguir os princípios naturais que são postos desde o dia do seu nascimento.
O Uruk Hai é um clã de orcs que habitam no norte de Mordor, onde são dominados através do olho vermelho de Sauron. Dentre isso, poderíamos determinar a legião de Orcs como um povo folk que foi dominado pela magia obscura de Sauron. Basta envolver a teoria de conhecer cada povo pela sua cultura e diante de um conflito, há um poder que no qual faça que qualquer povo se submeta ao mal, deixando os seus costumes, cultura e história, sendo submetida a poderes que buscam destruir a vida de um povo, eis que surge o judaismo-cristianismo como fonte do mal. Entre os uruk’s e Sauron, poderíamos comparar a vida de Cristãos e Pagãos/Índios/Mongóis que buscavam entender as experiências entre a natureza, respeitando suas leis naturais de acordo com seu convívio, no entanto, a magia e a ganância de Sauron despertou o ódio e a manipulação sob aqueles povos que viviam em paz em seus recantos. E assim, Sauron utilizou o mal contra o bem, causando um grande conflito entre povos, causando uma grande guerra. O mesmo foi o cristianismo no ocidente, apesar que houve um forte acolhimento do cristianismo em áreas que pregavam o paganismo e budismo, ainda há uma grande valoração de cada cultura que foi a principal memória do seu país, do seu continente. O cristianismo diante de que fez com cada povo em destruir capacidades de cada povo para restituir uma civilização capaz de evoluir seguindo os princípios naturais e históricos, se tornou frequente na vida de qualquer povo. Ainda sim, a humanidade evoluiu e então, não respeita as leis naturais e a ordem natural que ajuda no convívio de paz entre povos, o conflito corrupto entre povos em busca de riqueza para um império, se tornou frequente na vida de qualquer pessoa que se submete a grandes facilidades que este império garante na vida de um país e na vida de um povo. Basta observar como a tecnologia escravizou a vida de qualquer ser, uma forma de entender que a vida se tornou bastante esscassa na mente humana e tudo se baseia entre uma matrix inventada e sem sentido.