O arranjo socioeconômico brasileiro nos obriga a um novo pensar na construção de marcas. A perspectiva do crescimento está ligada ao poder de adaptação e percepção de novas oportunidades, enquanto empresas solitárias afundam, empresas unidas deslancham.

A simples colaboração se tornou lugar comum, usar da credibilidade e história de outra pessoa/marca não torna a sua mais legal, porém a união em prol da construção de algo relevante nos mostra um novo rumo, e o mercado do skate tem oferecido ótimos insights, como a Ous que se juntou ao icônico DJ KL Jay, não para usufruir de sua imagem, mas juntos criaram um tênis que não utiliza matéria prima de origem animal, esse pensamento vem da postura vegana do Dj e da abertura a novos materiais da marca, já a Adidas têm feito colaborações constantes com marcas menores e inovadoras, o lance é que grandes marcas já perceberam essa oportunidade de fazer parte da vanguarda.

No cenário nacional o que chamam de crise, parece mais uma transição, onde os pequenos unidos vêm mostrando o caminho do crescimento exponencial, basta observar o avanço de feiras criativas, lojas colaborativas, compartilhamento de espaços, e novos arranjos econômicos.

Precisamos entender que do conflito de ideias, não pode nascer uma guerra e sim uma nova ideia, uma nova forma de enxergar a realidade! A Concorrência precisa ser repensada, para que marcas não se matem prematuramente, talvez o embate não seja mais a melhor estratégia, mas sim ocupar um lugar diferente na mente do consumidor. Dessa forma, os pequenos ditarão o caminho de uma nova realidade, onde o crescimento será construído de forma Cocriativa.

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