Quando formos todos velhos ou um mercado melhor para a melhor idade
Rosiane Pacheco
21

Olha, Rosiane, não sei qual é a sua idade mas, a minha, está mais perto dos 50 do que dos 40. E, quando me olho no espelho, ainda me vejo fantástica! Aliás, me vejo melhor do que há anos. E então, como escrevi num texto esta semana, não consigo entender por que, se a mudança cultural já está começando a acontecer, o bendito mercado de trabalho ainda está nos bombardeando com os tópicos de “young professional”, talento significando geração Z ou Millenials, enfim, uma conversinha ultrapassada — ou que deveria estar ultrapassada.

Enfim, penso que muitos já estão avistando essas transformações e, com sorte, ainda verei um mundo mais igualitário e inclusivo, em todos os aspectos. Desde consumo a políticas públicas, como ao trabalho em si. Valeu a reflexão. Um abraço.

Like what you read? Give Gabriela Nemirovsky a round of applause.

From a quick cheer to a standing ovation, clap to show how much you enjoyed this story.