Glitch - The Brainer

Breve história e caracterização de uma personagem que criei para uma sessão de um RPG chamado de Apocalypse World.

Aparência e Comportamento:

25 anos,1,75, pálida, magra, cabelos loiros rebeldes e curtos, rosto sempre inexpressivo, exceto nos momentos de maior loucura em que é possível observar o seu sorriso que vai de um canto ao outro do rosto, e seus pequenos olhos, de um azul quase branco, que parecem crescer.

O que também chama atenção sobre a sua aparência é o seu fato de proteção biológica verde tropa, com botas e a luva direita pretas; a outra luva é feita de um material sintético que imita a pele humana. Este fato não a protege de agentes nocivos mas sim do contacto físico de terceiros.

Sobre o seu comportamento, Glitch tem uma compulsão em esticar e a dobrar os dedos das mãos. Seu olhar é de tal modo inexpressivo que impede que outros consigam entender se ela sente-se triste ou feliz. De resto, quando está em seu estado de espírito habitual, sua postura é sempre direita, seu olhar é sempre sério e suas palavras são persuasivas.

Apesar de tudo que ela já passou, Glitch vive sem grandes preocupações e arrependimentos mesmo quando o seu oponente está entre o bisturi e a parede.

Em momentos de perigo, Glitch é uma adversária a altura devido aos seus poderes psíquicos e no uso rápido e preciso do bisturi. Contudo, em surtos de loucura, ela pode ser uma potencial inimiga para ela própria e para os seus companheiros por entrar num frenesim onde o uso de seus poderes é descontrolado transformando-a, literalmente, numa bomba relógio.

Background:

Do que se sabe sobre a Glitch acredita-se que ela seja órfã, pois viveu toda a sua infância num sitio o qual chama de “depósito de crianças” desconhecendo quem possa ter sido os seus pais.

No orfanato, era forçada com outras crianças a procurar por componentes raros. O trabalho de 16 horas, 7 dias por semana.

Castigos como socos e outras agressões eram aplicados para punir a desatenção. Ferro, aço e cobre são materiais demasiado valiosos para serem ignorados — não é a toa que Glitch procura sempre analisar o ambiente a sua volta.

As poucas crianças que tentavam fugir do monte onde ficava o orfanato, eram sempre encontradas pelos seus “benfeitores” e sofriam um castigo bastante severo.

Sabe-se que Glitch teve dois amigos da mesma idade que ela, que sempre a acompanharam dos seus 7 aos 12 anos. O que aconteceu com eles ainda é incerto.

Aos 13 anos Glitch fugiu do orfanato após um incêndio que se alastrou por todo o edifício, o mais

bizarro deste acidente foi que os sobreviventes diziam ter visto pessoas a atirarem-se do terceiro

andar, o mesmo andar de onde viram Glitch a descer pelas escadas antes mesmo do incêndio começar.

Desde então ela tem vivido por conta própria, por meios dos favores e das vantagens que obtém através da sua habilidade de persuasão que foi desenvolvendo ao longo dos anos. De acampamento a acampamento, cidade a cidade, ela pode estar muito bem ao lado de raiders que querem assaltar

acampamentos, como também ao lado de colonos que fazem de tudo para proteger os seus bens e famílias.

Glitch limita-se a viver um dia de cada vez, com esse nome estranho mas o único que ela sabe ser o seu. Ela vive uma vida “mundana” há dois meses em um dos apartamentos do terceiro andar.

Se vocês quer que mais pessoas leiam este texto, recomende-o abaixo.
Obrigada.

@GiuResta

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