DEDICAÇÃO E TALENTO! A DIFERENÇA ENTRE GRAFITAGEM E PICHAÇÃO.

Que me perdoem os pichadores, esses cretinos que sem talento nenhum se consideram artistas de si mesmos emporcalhando as cidades e obras públicas.

Quando o individuo tem talento é pichador por pouco tempo porque acaba se descobrindo e faz valer o talento. Esse é o caso do Kobra, nascido Carlos Eduardo Fernandes Léo que foi pichador na infância.

E, de certa forma, apoiado pela tolerância e bom conselho de um padre, já cansado das pichações do Léo, motivou-o a virar artista, como realmente tinha e continua tendo muito talento. Léo se dedicou estudando e desenvolvendo técnicas próprias que fez com que se tornasse um artista famoso mundialmente.

Léo hoje tem lindas obras nos Estados Unidos, na África, na França, Índia, Espanha e com convite até do Afeganistão. Com o seu talento comprovado, esta cobrando preços compatíveis com sua arte. Cada obra do ex pichador não sai por menos de R$ 100.000,00.

Em meio à polêmica criada pelo Prefeito João Doria, logo no início do mandato, o artista foi convidado para ser consultor da nova politica da prefeitura sobre o assunto.

A gritaria dos sem talento foi grande e Kobra tomou o caminho do aeroporto e foi levar seu talento para outras plagas sem aporrinhação dos pichadores paulistas. Pena, os sem talento, poderiam ter apreendido com ele a diferença entre grafite e pichação.

Ao que tudo indica a diferença entre as duas coisas, pichador e grafiteiro, é o talento de uns e a falta dessa qualidade em outros. Creio que todos começam como pichadores, uns acabam se especializando e se transformam em grafiteiros outros, como Kobra, acabam tendo titulo de “muralista” e ganham expressão mundial.

Cada mural pode levar de 10 dias a 3 meses. Com 3000 mil metros quadrados a obra que fez para o Bulevar Olímpico no Rio exibindo faces de nativos de diversas partes do globo, entrou para o Guinness como o maior do gênero no mundo.

Brasileiro, de classe média baixa, com pequenas diferenças da maioria. Dedicado e estudioso que acabou desenvolvendo sozinho, uma nova técnica aceita como arte. Simples assim

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