Graças a um velho amigo, Marco Antonio Chuay, leitor e eventual colaborador do GOBACK, a partir dessa semana e das próximas 5, vou publicar telas, enviadas por ele, uma por semana. Nas telas vocês poderão observar o mal que a administração publica fez e continua fazendo à este grande País. É tão claro que não há necessidade de comentários, a simples leitura dos números nos leva à concordar com a lúcida declaração da Ministra Margaret Tatcher, “os governos só geram despesas, quem gera riqueza é o povo.”

A semana passada terminou com boas noticias para uns, noticias mais ou menos para outros e noticias ruim para um. Boa noticia para Presidente Temer que as custas de todos os bolsos do Brasil barrou na Câmara dos deputados a tentativa do arqueiro Rodrigo Janot, que ameaçava o presidente com flechas.

Mais ou menos para Eduardo Cunha, Antonio Palocci, os Batista vigaristas e outros menos famosos que ou estão perdendo o que resta de suas empresas ou não tendo a delação premiada aprovada pelo Ministério Publico. E o a má noticia para ele foi o Pinóquio da Silva que teve a sua sentença proferida pelo Juiz Moro. Nove anos e seis meses em apenas um julgamento, como ainda restam mais 4, o Pinóquio poderá ser encanado por muito tempo. Mas ainda resta a esperança no Tribunal Federal da 4a. Região que inocentou o Moch, João Vaccari Neto que era o encarregado de recolher e distribuir a propina e que foi liberado na semana retrasada.

As flechas do Procurador Rodrigo Janot no Presidente Temer, acabaram rendendo ao Ministro Luis Edson Fachin uma situação, digamos desconfortável no STF.

Sendo obrigada a sair da sua habitual modorra, a justiça brasileira esta batendo cabeça, afinal nunca teve que trabalhar tanto. Agora, depois que alguns meses de robustas ivestigações a Advocacia Geral da União, pede ao Juiz Sergio Moro “provas” contra a improbidade de Cabral. Em futuro próximo os corruptos só serão presos se houver recibo e duplicata como prova de corrupção.

E os tucanos, no seu melhor estilo, decidiram que metade sai do governo e metade fica no governo. A metade que sai esta sendo liderada pelo Tasso Gereissati. A que fica é liderada pelo Governador Geraldo Alckmin que esta ficando vesgo com um olho Planalto e outro na Prefeituras de SP, onde seu afilhado politico esta lhe puxando o tapete.

De fato é sempre o tempo que faz com que as coisas tomem os seus devidos lugares. Apresar de todas as dificuldades pelas quais estamos passando, temos que reconhecer a vitalidade e maturidade do nosso sistema democrático. Apesar das senadoras da oposição, apesar dos Janot’s na vida, apesar dos Batista Vigaristas, apesar de tudo isso, ainda sairemos dessa com um País melhor, mas claro e mais politizado. Que assim seja.

No FEBEAPA de sábado, o deputado Vicente Cândido, que de cândido não tem nada, esteve na bica para ganhar o FEBEAPA da semana. Só sendo desalojado pelo Procurador da Republica Rodrigo Janot, porque este investiu contra às instituições (não que as “instituições” estejam acima de suspeita) mas a oportunidade da investida que ficou suspeita, arrastando ainda o Ministro do STF, Luiz Edson Fachim. Mas voltando a cara de pau do Cândido, o Cara é um mau carácter renitente, depois de tentar livrar o seu líder maior, o Pinóquio da Silva, o Cara ainda teve o desplante de colocar bagulhos na redação do projeto em que ele é o relator, sem avisar os demais colegar. O Cara é um traste como diria um amigo catarinense.

Para deixar a clara o porque da minha indignação com o Pinóquio da Silva e seu bando, trago aqui o comprovante (não recibo e nem fatura como querem alguns juízes e a maioria petista. Mas a clara versão dos fatos para esfregar na cara dos ainda refratários a ação da Operação Lava-Jato. Os funcionários públicos que tanto amam o PT e seus comandados vão ter que trabalhar mais um pouco para suprir em suas gordas aposentadorias o quinhão que os seus lideres levaram. Simples assim.

Finalizando a semana trago aqui para discussão um artigo, e nao vou reproduzi-lo inteiro, mas o titulo revela uma coisa que vem incomodando há muito tempo. A nossa obrigação de sustentar os partidos polióticos. Como sou contra dinheiro publico para sindicatos, também sou contra dinheiro público para financiar partidos políticos. Porque a população tem que pagar por isso?

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