O BRASIL E O MUNDO

Prezados tenho procurado acompanhar a evolução da tecnologia a e suas possíveis consequência na vida da gente. Dia desses dei de cara com um livro, “PÓS-CAPITALISMO — Um guia para nosso futuro”, do veterano jornalista econômico inglês Paul Mason.

No livro, Mason levanta questões muito interessantes com relação ao futuro , sob um ponto de vista que eu ainda não tinha visto. O sistema capitalista. O livro aborda questões sobre preço, propriedade e salario. Conceitos como esses, no Brasil, vão fazer a turma esquerdófila ter chiliques de alegria.

A linha de partida é a seguinte. Na semana passada, um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachussetts, o conhecidíssimo MIT, demonstrou que já é possível dar ordens a um robô por telepatia, sem dizer uma única palavra. Bastando usar um equipamento que registra nossas atividades cerebrais.

A ideia central do jornalista é que em meados dos anos 90 teve inicio uma revolução na maneira como processamos a informação, e as consequências disso na economia, conforme conhecemos hoje. Segundo ele, “ essa revolução corrói o mecanismo de preços dos bens tal como é conhecido pela economia convencional ao empurrar em direção ao zero o custo de produção de bens da informação.

” O que ele chama de projeto zero em que tudo tende, se colocado no caminho atual, teremos emissões de carbono zero, o custo para produtos e serviços será zero e…. o paraíso.

“Trabalharemos zero hora por semana. Seria o capitalismo cognitivo, depois do período mercantil e industrial. E continua, com o tempo, o trabalho será voluntário, as commodities básicas e os serviços públicos serão gratuitos, e a gestão econômica se tornara primordialmente uma questão de energia e recursos, e não de capital e trabalho”.

Teoricamente a linha de raciocínio é possível, afinal se as maquinas irão fazer tudo, o que restará para o ser humano fazer? Será uma vida de ociosidade? Isso é bom ou ruim? Como iremos preencher o nosso tempo que será totalmente livre? Mas ele vai mais longe.

Não é a primeira vez que se tenta decretar o fim do capitalismo. No projeto socialista, o Estado enxergava a si próprio como uma nova forma econômica. No pós-capitalismo, ele tem que agir como a equipe da Wikipédia; fomentar as novas formas econômicas até o ponto em que ela deslanchar e operar organicamente.”

É difícil imaginar esse tipo de comportamento econômico sendo aceito pela sociedade mundial. Como ficariam os George Soros da vida? Como ficariam as formas de fazer e acumular fortunas como conhecemos hoje? Mas é bastante instigante o livro e suas teorias.

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