O MUNDO QUE CONHECEMOS HOJE, VAI ACABAR EM 2020.

A tradicional pergunta que atormenta a humanidade começa a ser respondida. De onde viemos e para onde vamos. A questão começa a ser resolvida nas duas pontas.

De onde viemos à ciência esta descobrindo e já tem algumas indicações sobre nossas origens e evolução. Agora, para onde vamos esta ficando cada dia mais claro. Caminhamos para um futuro altamente tecnológico em que viveremos como nos filmes de ficção cientifica.

Para a minha geração, viveremos como os Jetsons, um desenho animado que retratava o que seria o dia a dia de uma família no futuro. Pois bem, ele esta bem aí exatamente em 2020, ou seja, daqui a três anos. O que esta regendo essa nova realidade é a Lei de Moore.

Gordon Moore fundador da fabricante americana de processadores INTEL, descobriu em 1965 que a eficiência dos computadores dobrava a cada dois anos pelo mesmo custo. Como exemplo, hoje um celular comum tem capacidade de processamento superior ao do supercomputador mais poderoso dos anos 80.

O assunto é extenso, mas tentando simplificar, diria que o mundo está vivendo a quarta revolução em que os destinos da humanidade sofreram profundas alterações.

Resumindo, a primeira revolução ocorreu há 10.000 mil anos quando os seres humanos conseguiram domesticar os animais. A segunda foi à revolução agraria, onde a produção de alimentos foi, digamos, industrializada. A terceira foi a primeira etapa da revolução industrial com o evento das maquinas a vapor que aumentaram a rapidez e capacidade de carga.

A quarta revolução é a digital, que ainda está engatinhando nas descobertas e suas possibilidades. Como analogia, se a Lei de Moore fosse aplicada nos automóveis, um Fusca ano 1971, hoje viajaria a 480.000 quilômetros por hora, custaria 4 centavos e seria tão eficiente que usaria um tanque de gasolina por toda a sua existência.

Sim o exemplo é meio maluco, mas essa é a velocidade em que as mudanças ocorrerão daqui para frente. Para melhor entendimento, sugiro a compra de dois livros que já estão nas livrarias. O primeiro é o de Thomas Friedman, sob o titulo Obrigado pelo Atraso.

E o segundo, é mais antigo ainda, A Quarta Revolução Industrial, do alemão Klaus Schwab, que por sinal é o organizador do Fórum Econômico Mundial. Lendo os dois, caso você não fique mais louco com o nosso Brasil, entenderá o porquê da velocidade em que seremos obrigados a andar logo ali em 2020.

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