VELHOS HÁBITOS COM NOVAS REGRAS?

Pois é, a nova forma de financiamento de campanhas políticas já esta dando trabalho ao TSE. O pessoal tenta fazer com que a Lei “não pegue” segundo o velho conceito de que no Brasil, tem Leis que pegam e outras que não pegam. Como se Lei fosse algo como malaria, tifo, disenteria. As vezes pega e outras vezes não.

Comentei aqui no Goback no inicio do ano, que essa Lei esta sendo colocada como experiência segundo Ministro Gilmar Mendes. Disse ele em entrevista, “vamos fazer uma experiência nessas eleições, depois avaliaremos.”

Nesse “depois avaliaremos” esta embutido um monte de fatos novos, os quais os nossos políticos não estão acostumados. Por exemplo a proibição de “doações” por empresas. O grifo é nosso, porque o nome doação (vejam no dicionário) é algo dado.

A “doação” eleitoral por empresas, como ficou claro recentemente, tem por objetivo estabelecer relações promiscuas entre políticos e as empresas que os financiam. Dentro desse conceito, a “doação” se transforma em propina de retorno ou “payback” como preferem os mais sofisticados.

Todavia, os acontecimentos revelados diariamente pela mídia, deixam claro que o “status quo” vigente, não aceitavam o termo “payback” preferem propina mesmo, se possível guardado na “moch” ficando bem claro para todos.

Assim, bem antes das urnas darem seu recado, tem morto fazendo doação. Algo mais ou menos como aleijados correndo na filado INSS para receber a pensão, ou aposentado por invalidez flagrado fazendo copper na praia.

Bem complicado, mas os profissionais da política não desistem. Por essas e outras, tenho sugerido o financiamento publico de campanha, eliminando o tal fundo partidário uma excrescência com pouca ou nenhuma fiscalização.

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