5
esse foi o tempo que larguei isso aqui de mão. 5 fuck’n meses, em bom tupi guaranyh. agradeço a alberto junior por ter dito que gosta de ler as coisas que coloco aqui e, assim me trazer de volta a estas rememorações de coisas que estão — ao menos na minha fucki’n cabeça — ligadas ao doc
queria dizer também muitas outras coisas. queria dizer que tô cansado também, sem parecer infantil e tolo. de qualquer forma tem sempre alguém pra culpar a gente por algo, em algum canto, à espreita
vamo lá
o aniverário de karol foi a última coisa da qual me dediquei. dias felizes. mas, agora, vou tentar resumir por mês o que tem rolado. só mesmo pra não embaralhar mais o juízo.
não comecei a fazer o extra com as fotos que peguei com ela.
o filme não tem sido selecionado pra festivais fora do estado. passou aqui no guarnicê e foi selecionado pra mostra estadual do sesc. pessoalmente, achei meio frustrante passar no guarnicê numa mostra chamada “cenário maranhão”, num sábado de tarde, lá pelas 16h, praia grande dakele jeito fedendo a barata e são braz pisoteado da sexta à noite. mas me pareceu pertinente também, faz jus ao nome da mostra dentro do festival
eu tô só o sumo da amargura né
pois bem
issos daí foi em junho
abril: fora tambor de sábado de aleluia que, se me lembro bem, não fui, teve só inscrição em festival mesmo. elzita anda meio adoentada, caso alguém keira saber e se importe
maio: cura de dona troirinha. fui uns dois dias e, num desses, o fechamento foi tenso. fikei lá por perto de pedrinho na hora que terminou, ele em cima de roxa, cuidando dela porque não teve cobra, não teve mãe d’água passando… aí já viu. tenso. dei um tempo e depois desci
junho: mais inscrições em festivais, batizado e ensaio do boi de surrupirinha e caboco velho e obrigação na casa de luciane. essa obrigação foi legal. tava karol, tava roxa, tava todo mundo. foi no kintal de luciane. tereza légua baixou também. outros também baixaram

teve abertura do terreiro de mamãe oxum, em são josé dos índios, um lugar belíssimo que, aqui, deixo somente imagens reais e fortes de karol bebendo do vinho do batizado e abertura da casa, dado pelo pai de santo do local, bem na minha frente chega eu disse a senhora é a senhora né

julho: teve uma obrigação na cachoeira que há tempos era pra ter tido. karol, claro, tava. tava com uma guia bonita, bem fininha, da casa de mamãe roxa. eu tinha uma foto dela preparando o banho só que descarreguei o celular e a foto foi com os arkivos. minha culpa, minha tão grande grande culpa. fikem então com o povo lindo em fila indiana tudo se tremendo com medo de mãe d’água garrá um por um

é isso cara
se você está lendo isso aki, deixe um oi
valeu novamente alberto
