O inusitado no metrô de SP
Talise Rocha
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Delícia de texto! Às vezes, tenho costume de começar a conversar com alguma pessoa que julgo interessante, assim do nada. Acho um exercício incrível de comunicação e vivencia. Normalmente, quando faço isso a conversa fluí e sequer pergunto o nome, de tanto entusiasmo! Outras vezes, escolho não saber mesmo e evito, tudo para aproveitar mais depois o gostinho, ao fuçar nas esquinas da minha imaginação. No final, fica aquela memória gostosa de um momento, que nunca irá se repetir. As probabilidades são mínimas. Acho magnífico isso. A vida é a arte do encontro.