Vazios.

Os pedaços, cacos do meu vidro, de mim, todos cortantes, pulsantes, deitados no chão à espera de qualquer coisa e não há nada. Não há sinais no céu, na testa, sob as pálpebras que indiquem, apontem, denotem migalhas restantes de amor. Nem fumaça, nem fogo, nem cigarro amassado no maço, nem um último trago que desça queimando e me faça arder por dentro. Nada.