Amarras do coração

Ainda lembro do seu sorriso no elevador, com os dedos entre os meus cabelos.

Sua saudade é como morfina, me anestesia, porquê não sei se devo.

Quando volto para casa depois de um porre teu, me pergunto se o deseja tanto quanto eu. Se posso traze-lo junto comigo e descansar no meu abrigo.

Quando me pego pensando em você, me pergunto se é infantilidade forçar à morte desse sentimento ou deixá-lo florescer.

Não me importo em perder tempo com você.

Na sua fumaça, no seu cabelo, no seu som.

Mas toda minha resistência gira em torno de uma dúvida:

existem disfarces entre nossos batimentos cardíacos entrelaçados?

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