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Brasil — Cassação de Cunha, anúncio do PPI e queda das vendas no varejo.

Vendas no Varejo em queda — Segundo o IBGE, as vendas no varejo de julho recuaram 0,3%, número próximo aos 0,2% de queda aguardados pelo mercado. Na comparação anual o indicador recuou 5,3%, acumulando queda de 6,7% nos sete primeiros meses de 2016. O comércio varejista ampliado registrou queda de 0,5%.

As atividades de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%) e de Combustíveis e lubrificantes (-0,3%), que juntas respondem por cerca de 60% da taxa global, registraram a mesma variação do total do varejo (-0,3%). As demais atividades, com recuo no volume de vendas, registraram taxas negativas acima da média nacional: Tecidos, vestuário e calçados (-5,8%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,2%); Móveis e eletrodomésticos (-1,0%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,9%). Por outro lado, Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,9%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,7%) mostraram avanço no volume de vendas em relação a junho de 2016.

Cinco processos de Cunha devem ir para o juiz Sérgio Moro — Com a cassação do mandato aprovada pelo plenário da Câmara, o deputado Eduardo Cunha perde o direito ao foro privilegiado e, consequentemente, a prerrogativa de ser julgado pelo STF. Dos sete inquéritos que responde no STF, cinco têm relação com a Operação Lava Jato e devem ser encaminhados para o juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações na primeira instância. O peemedebista já é réu em dois processos por causa dos desdobramentos das investigações sobre o esquema de corrupção da Petrobras.

PPI em destaque na agenda do dia — A agenda desta terça-feira traz o Banco Central realizando leilão de até 10 mil contratos de swap cambial reverso (9h30). A Comissão Mista de Orçamento faz audiência para ouvir o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira (14h00). O Conselho do Programa de Parceria em Investimentos (PPI) reúne-se no Palácio do Planalto para discutir a relicitação de concessões de rodovias e aeroportos que não estiverem cumprindo contratos (11h00).

Mercados Internacionais — Dados da China e Europa movimentam mercados.

Europa mista e NY com viés de baixa — As bolsas europeias operam em sua grande maioria, em alta reagindo bem aos dados da China, mas impactadas por resultados ruins de indicadores da Alemanha e do Reino Unido. Os futuros das bolsas de Nova York, por sua vez, recuam, depois de terem fechado em forte alta ontem em meio à redução das preocupações com uma alta de juros nos EUA em setembro.

Índice ZEW de expectativas econômicas abaixo do esperado — Na Alemanha foi apresentado o índice ZEW de expectativas econômicas, que permaneceu em 0,5 em setembro, inalterado ante agosto. A expectativa de analistas era de alta de 1,5. O chamado índice de condições atuais medido pelo ZEW recuou para 55,1 em setembro, de 57,6 em agosto. Neste caso, a projeção era de queda um pouco maior, a 55. Também foi apresentado no país a inflação de preços ao consumidor, CPI, que também veio estável em agosto ante julho, e avançando 0,4% na comparação anual. Resultado corroborou a expectativa dos analistas.

Inflação do Reino Unido abaixo do esperado — Após diversos indicadores surpreendendo positivamente, o CPI do Reino Unido avançou 0,3% no mês de agosto ante julho, abaixo da expectativa dos analistas de alta de 0,4%. Na comparação com agosto de 2015 o indicador subiu 0,6%, também abaixo dos 0,7% previstos pelo mercado.

Produção Industrial e Vendas no Varejo chineses melhores que esperados — Foram apresentados na China os dados de agosto das vendas no varejo e da produção industrial, e ambos surpreenderam positivamente. As vendas no varejo subiram 10,6% na comparação com agosto de 2015, acima dos 10,1% esperados pelo mercado e também dos 10,2% de alta registrados em julho. A produção industrial subiu 6,3% em agosto, também acima da previsão dos analistas de alta de 6,2%.

Na comparação mensal, as vendas no varejo cresceram 0,83% agosto, e a produção industrial subiu 0,53%.

Indicadores chineses melhores — A bateria de dados apresentados na China contou também com os investimentos fixos urbanos, que subiram 8,1% de janeiro até agosto, ficando acima da previsão de alta de 7,9%. Outro indicador que avançou no mês de agosto foram as vendas de moradias, avanço de 25,6%, contando com crescimento de 12,2% nas construções de propriedades residenciais e comerciais, e com um investimento no setor imobiliário subindo 5,4%. A China atraiu em agosto US$ 8,76 bi em investimento estrangeiro direto, 5,7% acima de agosto de 2015, vindo de uma queda de 1,6% em julho. Por fim, um indicador pior do que o esperado foi a aceleração das despesas fiscais, com o s gastos subindo 10,3% em agosto, depois de uma alta de 0,3% em julho, enquanto as receitas cresceram 1,7%, após uma alta de 3,3% em julho, segundo analistas o menor crescimento econômico e o impacto de uma reforma tributária recente continuarão pesando sobre a arrecadação nos próximos meses.

Bolsas asiáticas em alta — A percepção dos investidores que a chance de elevação de juros em setembro nos EUA é menor, aliado aos dados da China melhores que o esperado, impulsionaram as bolsas. No Japão, o Nikkei foi beneficiado também por um avanço de 1,9 na confiança das empresas, fazendo o índice subir 0,34%, recuperando parte das perdas do pregão anterior. Na China, os dados positivos ajudaram as bolsas, que terminaram em alta moderada. O índice Xangai Composto avançou 0,05%, enquanto o Shenzhen Composto teve ganho de 0,62%. Em outras partes da região asiática, o sul-coreano Kospi registrou alta de 0,40% em Seul, enquanto, na contramão, o Hang Seng recuou 0,32% em Hong Kong. Na Oceania, o S&P/ASX 200 da bolsa australiana terminou em baixa de

0,23%

Petróleo em queda — Às 9h05, o WTI para outubro recuava 2,05% a US$ 45,34 por barril na Nymex, enquanto o Brent para novembro recuava 1,92%, a US$ 47,39 por barril na ICE.

Ibovespa Futuro

Fluxo para Monitorar:

Petrobras — “Ser a Ambev”?

O Estado de S. Paulo destaca que o CEO da Petrobras, Pedro Parente, mira na Ambev para projetar o que será a estatal depois de virada a página da sua maior crise. O modelo de gestão da gigante multinacional de bebidas está na base das metas e planos de ação que a petroleira adotará nos próximos cinco anos. As diretrizes do novo plano de negócios serão discutidas pelo conselho de administração da petroleira na próxima segunda-feira, segundo comunicado da estatal divulgado na última segunda-feira, 12.

A base da nova gestão, presente já no plano estratégico, será o conceito de orçamento base zero, um modelo adotado no País desde a década de 50. A ideia é desconsiderar o histórico orçamentário e de receitas, para redefinir a cada ano os projetos e investimentos prioritários. O objetivo é buscar melhor eficiência de gastos e evitar orçamentos inflados em projetos desvinculados das prioridades da empresa.

“Metodologia é uma coisa muito importante. A Petrobras tinha planos estratégico e anual diferentes. Não era uma maneira boa, só por coincidência o plano anual perseguia os objetivos estratégicos. Agora, não tem hipótese de inconsistência”, afirmou Pedro Parente, na entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

A gestão será a marca de Parente nos próximos dois anos em que planeja estar à frente da Petrobras. Para tanto, o executivo trouxe à diretoria executiva o ex-presidente da BG no País Nelson Silva, para quem foi criado o cargo de diretor de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão. Assim como Jorge Paulo Lemann nos anos 90, o presidente da estatal aposta na cartilha do guru brasileiro da meritocracia, Vicente Falconi, para desenhar a nova petroleira, saneada em até cinco anos. As bases da estratégia podem ser resumidas em quatro letras: PDCA — iniciais em inglês das palavras planejamento, execução, acompanhamento e padronização.

Seguimos otimistas com as mudanças que estão sendo executadas na empresa, desde o PDV — quase 12 aderiram ao Plano de Demissão Voluntária, até o corte de gastos que estará no Plano de Negócios da companhia, que deverá ser divulgado na semana que vem.

Minério fechou com queda de 2,3% hoje

O minério de ferro com teor de 62% de concentração caiu 2,3% no Porto de Tianjin, na China, em relação ao valor registrado na última sexta-feira, cotado a US$ 56,2/ton. Ontem o preço do insumo não foi atualizado por conta de feriado em Cingapura.

Já o insumo com teor de concentração de 62% de ferro e de 2% de alumínio, entregue no Porto de Qingdao, recuou 2,3%, também em relação a sexta-feira, indo a US$ 56,4/ton seca, de acordo com dados do The Steel Index.

Infraestrutura — Saneamento, Concessões Rodoviárias e setor elétrico — Vale monitorar

Existe a expectativa do anúncio do Pacote de Concessões do governo Temer. São 25 projetos, e mudanças nas regras de financiamento. O pacote será apresentado na primeira reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que se reúne a partir das 11h.

Em transportes, a lista prevê projetos para aeroportos, portos, ferrovias e rodovias. Em minas e energia há rodada de licitações de campos e blocos exploratórios de petróleo, usinas hidrelétricas, entre outros. A lista abrange ainda a privatização da loteria instantânea da Caixa, a Lotex.

O desenho do novo modelo de financiamento das concessões, segundo fontes, estabelece que o empréstimo de longo prazo será contratado logo no início das obras, afastando a necessidade de empréstimos intermediários, os “ponte”, que eram liberados por um prazo geralmente de um ano e meio, até que o financiamento definitivo fosse efetivado. O programa vai apostar também na emissão de debêntures (um título de crédito) como instrumento principal de captação.

Oi — Reestruturação

O Estadão informou que as negociações entre os acionistas da Oi Société Mondiale, fundo ligado ao empresário Nelson Tanure, e a Pharol (antiga Portugal Telecom) avançaram nos últimos dias e podem ser concluídas nesta semana, apurou o Broadcast. O acerto prevê um reorganização do Conselho de Administração, que passará a ter membros indicados por Tanure.

A diretoria da empresa também passa por mudanças, com a substituição de executivos que teriam enfrentado desgastes com conselheiros ligados à Pharol. Na segunda-feira, 12, foi anunciada a renúncia do diretor de finanças e de relações com investidores, Flavio Nicolay Guimarães.

Pão de Açúcar e Via Varejo — Combinação de negócios com a Cnova

Assembleia Geral Extraordinária da Via Varejo aprovou, por maioria, correspondentes a 93,59% dos votos dos presentes, a combinação de negócios com a empresa de comércio eletrônico Cnova. Na

AGE, também foi aprovada a distribuição de dividendos no valor de total de R$ 2,666 MM, correspondentes a R$ 0,00206/ PN e ON, o que significa o valor de R$ 0,00619 por Unit. Os dividendos serão pagos em até 60 dias e as units passam a ser negociadas como ex-dividendos a partir de hoje (13).

Por outro lado, acionistas do Pão de Açúcar aprovaram, em AGE, o não pagamento de dividendos complementares relativos ao exercício de 2015. A assembleia aprovou também as demonstrações

financeiras de 2015, reapresentadas e republicadas em 30/07/2016 para refletir os ajustes contábeis realizados pela controlada Cnova, em decorrência dos resultados do processo de investigação realizado na sua subsidiária Cnova Comércio Eletrônico.

Kroton e Estácio — CADE

A Kroton vai prestar todas as informações necessárias ao Cade para acelerar a aprovação da fusão com a Estácio, de acordo com o presidente da companhia, Rodrigo Galindo. A venda de ativos, porém, será uma decisão tomada somente após a obtenção do aval do regulador, segundo ele.

Bancos — Greve e Negociações

Nova negociação dos bancários, em greve desde a semana passada, está marcada para hoje (13), às 13h. Na última sexta-feira, o Comando Nacional dos Bancários rejeitou a proposta de reajuste nominal de 7% para os salários e benefícios apresentada hoje pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A categoria reivindica reajuste salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando uma inflação acumulada de 9,31%.

Comentário da nossa área de BTC

Yesterday´ highlights were:

elet6, krot3, lame4, brml3 and fibr3

LAME4 — had punctual demand and hard to find large sizes.

BRML3 — had demand and hard to find large sizes.

ELET6 — punctual demand but shares available.

PETR4 — demand mainly for refinance

TOP SI x Free Float

Fluxo para Monitorar:

Petrobras — “Ser a Ambev”?

O Estado de S. Paulo destaca que o CEO da Petrobras, Pedro Parente, mira na Ambev para projetar o que será a estatal depois de virada a página da sua maior crise. O modelo de gestão da gigante multinacional de bebidas está na base das metas e planos de ação que a petroleira adotará nos próximos cinco anos. As diretrizes do novo plano de negócios serão discutidas pelo conselho de administração da petroleira na próxima segunda-feira, segundo comunicado da estatal divulgado na última segunda-feira, 12.

A base da nova gestão, presente já no plano estratégico, será o conceito de orçamento base zero, um modelo adotado no País desde a década de 50. A ideia é desconsiderar o histórico orçamentário e de receitas, para redefinir a cada ano os projetos e investimentos prioritários. O objetivo é buscar melhor eficiência de gastos e evitar orçamentos inflados em projetos desvinculados das prioridades da empresa.

“Metodologia é uma coisa muito importante. A Petrobras tinha planos estratégico e anual diferentes. Não era uma maneira boa, só por coincidência o plano anual perseguia os objetivos estratégicos. Agora, não tem hipótese de inconsistência”, afirmou Pedro Parente, na entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

A gestão será a marca de Parente nos próximos dois anos em que planeja estar à frente da Petrobras. Para tanto, o executivo trouxe à diretoria executiva o ex-presidente da BG no País Nelson Silva, para quem foi criado o cargo de diretor de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão. Assim como Jorge Paulo Lemann nos anos 90, o presidente da estatal aposta na cartilha do guru brasileiro da meritocracia, Vicente Falconi, para desenhar a nova petroleira, saneada em até cinco anos. As bases da estratégia podem ser resumidas em quatro letras: PDCA — iniciais em inglês das palavras planejamento, execução, acompanhamento e padronização.

Seguimos otimistas com as mudanças que estão sendo executadas na empresa, desde o PDV — quase 12 aderiram ao Plano de Demissão Voluntária, até o corte de gastos que estará no Plano de Negócios da companhia, que deverá ser divulgado na semana que vem.

Minério fechou com queda de 2,3% hoje

O minério de ferro com teor de 62% de concentração caiu 2,3% no Porto de Tianjin, na China, em relação ao valor registrado na última sexta-feira, cotado a US$ 56,2/ton. Ontem o preço do insumo não foi atualizado por conta de feriado em Cingapura.

Já o insumo com teor de concentração de 62% de ferro e de 2% de alumínio, entregue no Porto de Qingdao, recuou 2,3%, também em relação a sexta-feira, indo a US$ 56,4/ton seca, de acordo com dados do The Steel Index.

Infraestrutura — Saneamento, Concessões Rodoviárias e setor elétrico — Vale monitorar

Existe a expectativa do anúncio do Pacote de Concessões do governo Temer. São 25 projetos, e mudanças nas regras de financiamento. O pacote será apresentado na primeira reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que se reúne a partir das 11h.

Em transportes, a lista prevê projetos para aeroportos, portos, ferrovias e rodovias. Em minas e energia há rodada de licitações de campos e blocos exploratórios de petróleo, usinas hidrelétricas, entre outros. A lista abrange ainda a privatização da loteria instantânea da Caixa, a Lotex.

O desenho do novo modelo de financiamento das concessões, segundo fontes, estabelece que o empréstimo de longo prazo será contratado logo no início das obras, afastando a necessidade de empréstimos intermediários, os “ponte”, que eram liberados por um prazo geralmente de um ano e meio, até que o financiamento definitivo fosse efetivado. O programa vai apostar também na emissão de debêntures (um título de crédito) como instrumento principal de captação.

Oi — Reestruturação

O Estadão informou que as negociações entre os acionistas da Oi Société Mondiale, fundo ligado ao empresário Nelson Tanure, e a Pharol (antiga Portugal Telecom) avançaram nos últimos dias e podem ser concluídas nesta semana, apurou o Broadcast. O acerto prevê um reorganização do Conselho de Administração, que passará a ter membros indicados por Tanure.

A diretoria da empresa também passa por mudanças, com a substituição de executivos que teriam enfrentado desgastes com conselheiros ligados à Pharol. Na segunda-feira, 12, foi anunciada a renúncia do diretor de finanças e de relações com investidores, Flavio Nicolay Guimarães.

Pão de Açúcar e Via Varejo — Combinação de negócios com a Cnova

Assembleia Geral Extraordinária da Via Varejo aprovou, por maioria, correspondentes a 93,59% dos votos dos presentes, a combinação de negócios com a empresa de comércio eletrônico Cnova. Na

AGE, também foi aprovada a distribuição de dividendos no valor de total de R$ 2,666 MM, correspondentes a R$ 0,00206/ PN e ON, o que significa o valor de R$ 0,00619 por Unit. Os dividendos serão pagos em até 60 dias e as units passam a ser negociadas como ex-dividendos a partir de hoje (13).

Por outro lado, acionistas do Pão de Açúcar aprovaram, em AGE, o não pagamento de dividendos complementares relativos ao exercício de 2015. A assembleia aprovou também as demonstrações

financeiras de 2015, reapresentadas e republicadas em 30/07/2016 para refletir os ajustes contábeis realizados pela controlada Cnova, em decorrência dos resultados do processo de investigação realizado na sua subsidiária Cnova Comércio Eletrônico.

Kroton e Estácio — CADE

A Kroton vai prestar todas as informações necessárias ao Cade para acelerar a aprovação da fusão com a Estácio, de acordo com o presidente da companhia, Rodrigo Galindo. A venda de ativos, porém, será uma decisão tomada somente após a obtenção do aval do regulador, segundo ele.

Bancos — Greve e Negociações

Nova negociação dos bancários, em greve desde a semana passada, está marcada para hoje (13), às 13h. Na última sexta-feira, o Comando Nacional dos Bancários rejeitou a proposta de reajuste nominal de 7% para os salários e benefícios apresentada hoje pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A categoria reivindica reajuste salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando uma inflação acumulada de 9,31%.

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LAME4 — had punctual demand and hard to find large sizes.

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PETR4 — demand mainly for refinance

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