Me dê motivos para flutuar

Com palavras entrecortadas de tesão instruía seu parceiro com habilidade nata:

Mais para cima, para o lado, para! Aí mesmo! Continua.

Na urgência dos prazeres se complementavam como criaturas de água brincando na lagoa escura que era a cama. Ele mergulhava sua face no mar transbordante entre suas pernas, enquanto ela passeava sua língua por sobre os lábios ansiosa pela metáfora do oceano que ele era.

Agora você fica em pé! Tira o vestido, escora na parede e empina a bunda — Ele diz com cara de safado.

A camisinha tá por perto? coloca. — diz exasperada.

Nossa, você tá muito molhada, tá uma delícia. — dizia ele com a voz embargada — putaqueopariu! Caralho!

Se derrubavam e se uniam, cambaleantes e bêbados, fazendo mãos em concha para beber diretamente o néctar um do outro. Como a volta de saturno o reencontro retirava qualquer tipo de vergonha para se usarem para o prazer.

Gostosa, porra! Que gostosa. Quero te fuder muito! Tá gostoso? Quer mais forte?

Nossa! Tá delicia! Faz essa cara de novo que lhe dou um tapa na cara!

Você sabe que eu gosto, principalmente com você gostando pra caralho.

Deixa eu vir por cima. Isso! Espera. encaixou.

As mãos percorriam seu corpo, encharcando seus seios e despejando em suas nádegas.

Minha bunda é muito boa, não é?!

Linda, linda, linda, tá quase, não sei se aguento muito mais, eu vou gozar.

tatudobemputaquepariu

O casal se abraça.

Olhou pra ele e ele ainda estava de óculos. Ia fazer alguma gracinha, mas daí acabou por gozar novamente.