Sobre inseguranças

Quando te conheci não sabia se gostaria de mim. Gostou. (Gostou?)

Depois não sabia se meu corpo era bom o suficiente, se eu te merecia sendo do jeito que era. Era e merecia. (Era? Merecia?)

Como explicar uma noite em que a bebida ultrapassa o nível de segurança e a vontade de amizade com quem não merece fica mais forte? Não se explica. Deixa que ele escute por outros. Deixa que ele pense besteira. Deixa que as inseguranças dele substituam seus pensamentos sensatos.

Esclarecimentos. Não era nada demais e não era mesmo. Tudo bem. (Tudo bem mesmo?)

Não. Fala de novo. Por que você tá triste? Nada. Tudo bem. Não fala com ele. Não abraça. Não olha. Por que você tá triste?

Confia em mim e fala o que você tá sentindo, confia?

Não chegue ao ponto de se interessar mais pela tela luminosa em frente do que pela pessoa que procura o seu olhar com um pedido de desculpas marcado no dela e que tenta até hoje encontrar uma versão legendada sua pra te entender.

Te amo. (Te amo?)(Sim, te amo mesmo)

Sabia?

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