Censores insensatos

Oh, afasta de mim esse cálice

Servido com esse cale-se tão amargo.

Afasta de mim tu, que me censura

E diz não ao me rasgar

Que me empilha e

Depois de jogar seu ego sobre mim

Me queima com seus desejos e quereres

Com sua autoridade fajuta

E eu, eu me deixo queimar

Para ser mártir e para que vejam

Vejam quem és!

Vejam que tu, povo,

Tu és o que há de pior nesse mundo