Os melhores livros lidos em 2015

Livros que classifiquei como excelentes

NEGROMONTE, Pe. Álvaro. Noivos e esposos: Problemas no matrimônio. Petrópolis: José Olympio, 1955. p. 258.

Esse é um livro que todos que pensam em casar deveriam ler. Amor não é um sentimento, é uma decisão. Não parece romântico, mas muita gente casa por paixão, pelas sensações agradáveis que o outro desperta. Infelizmente é uma edição esgotada, mas pode ser baixado aqui.

KEAN, Sam. A colher que desaparece: E outras histórias reais de loucura, amor e morte a partir dos elementos químicos. Rio De Janeiro: Zahar, 2011. p. 376.

É um livro que fala de química de forma bastante leve. Mostra como foi montada a tabela periódica, a descoberta dos elementos químicos e fatos curiosos relacionados a eles. Está disponível para venda aqui.

HARMON, Amy. Beleza perdida. Campinas: Verus, 2015. p. 332.

Cinco jovens vão à guerra, porém apenas um deles retorna, bem diferente, por dentro e por fora. É uma história de superação, sem dramas melosos, que consegue ser espirituosa e com uma mensagem muito positiva. Quem tiver interesse, pode adquirir um exemplar aqui.

WIKER, Benjamin. 10 livros que estragaram o mundo: E outros cinco que não ajudaram em nada. Campinas: Vide Editorial, 2015. p. 244.

Qual é o limite dos estragos que uma idéia ruim pode causar quando embrulhada em argumentos aparentemente bons e lógica convincente? Como é impossível conhecer o efeito final de distorções influentes na corrente de pensamentos da humanidade, a melhor forma de fazer esta investigação é, partindo dum estado calamitoso definido, ir às suas origens. Benjamin Wiker rastreia as influências intelectuais que provocaram a decadência que detectamos nos dias de hoje. Pode ser adquirido aqui.

DALRYMPLE, Theodore. Podres de mimados: As consequências do sentimentalismo tóxico. São Paulo: É Realizações, 2015. p. 208.

Um livro que disseca a necessidade de expressar emoções, presente em todos os extratos sociais: desde tatuagens de pais que mal vêem os filhos até adesivos de carro e manifestações públicas de pesar. Pois o sentimentalismo nada mais é que uma emoção excessiva, falsa e sobrevalorizada em comparação com a razão. Dalrymple, por fim, resume: “O sentimentalismo foi o precursor e o cúmplice da brutalidade sempre que as políticas sugeridas por ele foram postas em prática. O culto do sentimento destrói a capacidade de pensar, e até a consciência de que é necessário pensar”. Quem tiver interesse, pode comprá-lo aqui.

Hors concours

KEMPIS, Tomás de. Imitação de Cristo. Petrópolis: Vozes de Bolso, 2013. p. 264.

A contracapa diz: “doce violência que arrasta os corações”. Quando vi o título pela primeira vez, achava que era deboche, mas li e vi que é um livro inspirador, que nos leva para junto de Deus. Foi escrito no século XIV, contudo é atual. Está à venda aqui, mas pode ser baixado gratuitamente.

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