Fim.

Cá estou eu. Meio da madrugada, pensando no meu último relacionamento, passando e repassando as coisas boas e tentando, de algum jeito, maximizar as coisas ruins.

O motivo? Bem simples. É mais fácil seguir em frente estando “machucado”. É mais rápido, porém mais doloroso.

É como puxar uma fita adesiva do seu braço, onde há somente duas opções. A primeira, envolve um só puxão, com toda a sua força e que te deixara sofrendo por minutos. A segunda, é gradual. Você vai puxando aos poucos, até deixar de sentir.

Infelizmente, no meu caso, fiz o teste com os dois jeitos e constatei que me dou melhor com a primeira opção.

Queria aproveitar também pra dizer que está doendo. Mas eu sei que vou ficar bem. After all, eu não fui errado.

Tendo tudo dito e feito, admito que términos são complicados, mas necessários.

Não há porque insistir em algo que já está morto (é, acho que cristal quebrado não cola mesmo) e o melhor a fazer é, como um dos meus autores favoritos eternizou em uma das suas obras “a dor precisa ser sentida.”

E, é claro, “eu aceito as minhas escolhas. Espero que (/você/) aceite as suas.”


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