O capital justifica esteriótipos

Quando é super estimulado o individualismo, padrões de beleza, privatização de espaços e divisão de classes. Aonde você nasce, como você se parece e o seu potencial econômico justificam muito de como é tratado e/ou estereotipado.
Os lugares aonde frequentamos nos influenciam no modo de pensar e com a seletivação do público ao espaço, grande parte por dinheiro, faz com que certos esteriótipos, se tornem reais e assim “justificáveis”.
Racismo, a uma classe racial com menor poder econômico.
Sexismo, a uma classe sexual com menor poder econômico.
Deficientes, a um grupo de pessoas com menor poder econômico.
Idade, a um grupo de pessoas com menor poder econômico.
Aparência, a um grupo de pessoas com menor poder econômico.
Tentarei justifica-los :
Racismo: Maior parte dos negros se encontram em periferias, logo tem menos acesso a educação e a cargos com maior remuneração;
Sexismo: Mulheres estão entrando no mercado de trabalho agora, e em cursos como engenharia só representam 14% dos estudantes, além de que no mesmo cargo muitas vezes tem o salário reduzido em relação a um homem.
Deficientes: Ainda sofrem muito com a entrada no mercado de trabalho.
Idade: Idosos são aposentados e no ocidente tem menor valorização.
Aparência: Muito do que significa beleza atualmente pode ser “comprado” como academias, cirurgias, ou produtos de beleza.

“Reportagens publicadas sobre o caso reduziram Amanda à sua profissão, como se o fato de ela já ter dançado funk fosse relevante às motivações de seu assassinato. Isso deu margem para que ocorresse uma onda de ódio propagada pelas redes sociais, culpando-a por ter ficado com um homem violento ou dizendo que ela mereceu por ser “vulgar”.
Nesse caso, emergem o elitismo e o eurocentrismo que permeiam a rejeição ao funk, ao rap e ao hip-hop brasileiros, três estilos musicais tratados como subculturas, das quais fazem parte os grupos mais marginalizados do país: negros/negras, pobres e travestis.
A origem dessa mentalidade se encontra numa elite que lucra com o turismo vendendo a imagem do País do funk, das bundas, das mulatas e do samba, enquanto impõem à população uma cultura oposta, branca, eurocêntrica e colonizada. A nossa origem negra/indígena é exaltada aos gringos como “exótica” ao mesmo tempo em que, para nós, ela é suja, vulgar e de mau gosto.” — carta capital

Com isso, tento mostrar que o capital, que depende de crises e de minorias, além de proliferar esteriótipos também os justifica, gerando aceitação tanto de quem detêm o poder quanto de quem não o tem, assim criando a famosa meritocracia que a elite tanto gosta.

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