O Amor é a nossa bandeira

Umas das primeiras coisas que eu me lembro de ter aprendido na época de escola dominical era que Deus é Amor. Antes mesmo de jogarem sobre nós toda aquela maluquice de igreja essa ideia era profundamente repetida. É claro que a repetição não se manifestava muito na prática. Afirmar que Deus é Amor na igreja automaticamente se liga a um tipo de mensagem de que a igreja e seus irmãos são Deus e que eles te Amam e que o ‘mundo’ não (alô Durkheim). Havia um certo aprisionamento na ideia de Amor de Deus, sempre condicionado, sempre com um asterisco, nunca uma coisa completa e plena. Ao contrário de dizer que Deus te ama e meu se vira com isso, o que você vai fazer ou não com isso não importa, ele te ama, desse jeito ai seu e quer apenas retomar uma relação há muito quebrada. Só isso.

É completamente absurdo acreditar em condicionalidades diante de Deus. Desculpa ai. Eu não tenho mais idade para achar que o que quer que eu faça de alguma forma influencie uma entidade que é completa e totalmente diferente de mim. em todos os aspectos. Quando o texto bíblico diz que ele me Ama eu apenas digo que tudo bem, quando diz que eu não conseguiria pelas minhas forças fazer algo a respeito dessa quebra de relação e que Ele/Ela fez o que tinha que ser feito só me deixa em um ponto de alivio e de paz. Deus me amou e amado eu fiquei. E uma coisa que tem se demonstrado diariamente a mim é que o amor é contagiante. o amor nosso, esse amor ainda inseguro, incompleto, cheio de coisinhas. se esse amor é contagiante o que diremos d’Aquele que é o Amor.

O Amor é a bandeira.

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