O nó que vem do estômago
vai por ali e aqui
Chega na garganta
que tantas vezes grita

Agora, muda.
Não adianta

O mundo não te entende
difícil ser aberto
conseguir olhar pra dentro

Dizer, falar, gritar
para fora, para todos.

Passividade

O nó ali
defender de si
aquele sonho que você cai no precipício
não consegue acordar
o corpo não obedece
o cérebro, em vão, mandar.

É bipolar, coitado.
Você precisa se salvar
Dá um bug, você cai.

Complicado esse jeito
de viver no mundo
de tanta coisa linda
tanta coisa triste
ou qualquer coisa.

Você fala, fala, fala
quando percebi, não saiu nada
falei comigo mesma

Nonsense. Eu sei.
meus pensamentos são assim
não me importo
não se importe.

Apenas fale. Estamos a sós.
Ufa. Minhas garganta, finalmente
Sem nós.

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