Um Domingo de Festa

Caí, sim e caí de um jeito dolorido. Foi dolorido para mim especialmente, porque eu sei que eu deixei Deus triste comigo. Me levantei, arrependido, mas não consegui me perdoar por ter sido tão fraco, até que eu lembrei que eu sou fraco, e é Deus que me faz forte.

Aí, meu irmão veio falar comigo, me disse coisas que me levantaram ali, mas dentro de mim eu não conseguia. Não conseguia me ver num espelho, não conseguia me imaginar servindo. Eu estava pior que nem sei o que ou quem.

Mais tarde, ele me revelou uma coisa que me deixou feliz, por ele, pela epifania que ele teve. Todos os abraços do mundo para ele, depois de tanto tempo, de com certeza tantas dúvidas que estiveram naquele coração. Da minha forma, eu urrei de alegria e dei um bem vindo, e no dia seguinte, um abraço.

Porém não é aí que eu queria chegar. E sim num momento em que eu falei muito da minha história para quem não devia nada a ver com ela, mas que de alguma forma me ajudou a ver outras coisas, como olhar mais pra mim, para o que eu preciso, e devo fazer.

Foi num domingo de festa, que tudo isso ocorreu, e quanta tempestade veio depois, só assim pra saber, o que tem a dizer Deus: “Te perdoei, meu filho, agora se perdoe, por favor. Eu te amo!”

Assim, depois de tanto furacão em copo d’água vejo um dia novo nascer. Obrigado por não me esquecer, obrigado por não me abandonar, obrigado por estar perto de mim sempre, Meu Deus!