Abundantes

Eu gosto tanto da sua bunda
Mas disso você já sabe
Dá pra sentir quando minha mão afunda
Um pedido louco pra que te enrabe.

Somos ambos abundantes
Duas bundas andantes
Pois não seria apenas a vida
Um conglomerado de bundas falantes?

Tem gente que caga pela boca
De tanta merda que proferem
Exigir coerência é uma ideia louca
Daqueles que fezes apenas expelem.

Eis aqui um poema falando de cu
Podia ser do caralho, da boceta ou de peitinhos
Mas não, um ode à bunda, bruto e nu
Pra demonstrar que pelas suas partes íntimas 
Nutro um imenso carinho.

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