Me embaraço com o laço do acaso.Vestindo o mantra do tempo.Refletindo no espelho do atraso.Tenho pressa, ando lento.Sinto frio, Meus pés…
Moro nessa angústia,Minha mágoa a predizer,Que o peito queima,Quando ouço tu dizer.
O retrato que aqui vós retrato,De fato, o nada retrata,Exato, O Nada.
Manhã de sábado, O café já esfriado,O cigarro está por acabado.
Posso procurar,Os berros da maré,Mas nunca vou achar, Pois moro longe do mar.