Amor.
Esses dias finalmente me dei conta do quão ridícula é a forma de como tratamos o amor. Parece que nem ao menos o conhecemos. Amor vai além de palavras, ultrapassa pensamentos e, na corrida da complexidade, é o primeiro, pois consegue ser maior que a infinidade do universo.
Que mania estranha é essa de limitar o amor à certas pessoas, após um certo tempo, e só com certos hábitos? Parem! Assim só estamos cercando algo que devia estar navegando os mares mais íntimos de todo o mundo.
Amor é amor.
Sem padronização.
Sem mensuras.
Sem limites.
Sem regras.
Sem seguimentos.
Sem cercas.
Sem estranhamento.
Sem julgamento.
Sem resumo.
Sem imposição.
Sem total interpretação.
Sem aviso prévio.
Sem transtorno.
Sem segredos.
Amor é reticências, amor é vida.
Não se alimenta de palavras, não se limita ao espaço e muito menos ao tempo. Amor transforma o simples em surpreendente… Como dizem, pequenos detalhes constituem grandes amores. Para amar, basta viver. Para viver, basta querer.
Amar é mostrar o amor, liberte-o! Amar não é só verbo no infinitivo, amar não é “só”, amar é tudo.
Para amar não precisa conhecer, não é esforço, é instinto, é prazer. Pra que medo? Amar é sentir-se vivo, sem tropeço. Deixe amor por onde passas, ame cada detalhe seu, da sua vida, do seu dia, das pessoas em sua volta, de cada segundo. Ame muito, ame sempre, ame tudo. Essa é a coisa mais linda que podemos fazer enquanto meros humanos.