Foto: Mídia NINJA

Batekoo: negritude, suor, empoderamento e representatividade negra

Marcando o fortalecimento do movimento preto e LGBT, a Batekoo chega sacudindo as noites cariocas.

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Fotos e Texto Por Mídia NINJA

A véspera de feriado da Proclamação da República (14) foi tomada, em um dos corredores de casas noturnas da Lapa, pela 9ª edição de uma das festas de maior representatividade da pretitude periférica. O que não faltou foi close certo.

De origem baiana, a Batekoo nasce em Salvador e após alguns anos, desce no mapa e chega até São Paulo e Rio de Janeiro, com estreias recentes em Belo Horizonte e Brasília, em momento de explosão total de representatividade.

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Durante a noite os djs BBWJU, DJ Garota (Afrofunk Rio), DJ Ønírica, TWINSHIT, Glaucia Tavares, e BBDANY, soltaram o beat que fez estremecer as paredes junto ao balanço da bunda de quem estava presente. Porém, o momento em que a black party enlouqueceu, foi quando Mc Linn da Quebrada subiu ao palco para contar sua vivência de bicha, preta e periférica, e empoderar suas manas transformadas em músicas “baticulentas” (termo usado pelos frequentadores).

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Símbolo de rebeldia no contexto atual em que vivemos, onde transexuais pretas periféricas morrem todos os dias, a Batekoo é sinônimo de que a comunidade LGBT não está para brincadeira na luta pela liberdade.

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A festa acontece uma vez por mês, e a próxima parada da Batekoo é a festa Black2Black, que terá lugar no dia 19 deste mês, na Cidade das Artes, Zona Oeste, Rio de Janeiro.

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