Foto: Marianna Cartaxo / Mídia NINJA

Resistência de luta contra violências policiais e institucionais.

Aconteceu nesta quinta-feira, 11 de maio, uma ação em denúncia à violência policial e em solidariedade ao estudante Mateus, que sentiu na pele o que é ser violentado pela PM de Goiás, no dia 28 de abril, durante mobilização nacional de greve geral, em Goiânia.

Foto: Marianna Cartaxo / Mídia NINJA

Por Rafael Azevedo

Mateus é estudante de Ciências Sociais da UFG e fora vítima de ação truculenta da Polícia Militar do Goiás, por parte do capitão Augusto Sampaio, nas manifestações contra a reforma Previdenciária e Trabalhista na Greve Geral do dia 28 de abril.

No ato de hoje, motivado por estudantes e professores, fora protocolado no MPE/GO documento, assinado pela Frente Contra a Austeridade, pedindo o posicionamento da mesma instituição com relação a diversos casos de violência Estatal, de suas instituições e de forças militares — como nos assassinatos por parte dessas mesmas forças de Robertinho, Marta Cosac e seu sobrinho e de Wagner da Silva na desocupação do Sonho Real -, realizando-se panfletagens, como também questionou-se a denúncia do MPE/GO recebida pela Polícia​ Civil, tipificada como abuso de autoridade, quando se deveria considerar o caso mesmo que como tentativa de homicídio, em meio a um ambiente em que se deveria prezar, antes, pela liberdade de expressão.

Foto: Marianna Cartaxo / Mídia NINJA

Busca-se, assim, resistir ao atual momento de reformas conservadoras, afim de que possamos debater, em meio à sociedade, aspectos dessas violências estruturais, políticas e econômicas, que atravessam nossas subjetividades.

“A violência que vitimiza outros amanhã pode acometer a nós e a nossa família.” — Panfleto.

Foto: Marianna Cartaxo / Mídia NINJA
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