2015 foi massa

Ressurectio, anastasis…

2015 foi um ano em que posso dizer que provações são necessárias para o fortalecimento pessoal. Já começando com um janeiro tão turbulento…

Depois de um ano que acabara tão mal, era preciso revidar, levantar da lona, cuspir o beijo e ignorar o escárnio da plateia, acertando um cruzado no queixo do adversário. Nocaute.

Foi um ano de reaproximações, de realizações, de saborear pequenas e grandes conquistas. De conhecer gente nova e essencial. De trazer de volta para perto gente que faz tanta falta quando tá longe.

Os tropeços foram grandes também. Duras lições, privações, reconstruções — e construções -, um bocadinho de suor. Óbvio que muita gente tem muito a reclamar do ano que finda hoje, tenho também. Não foi fácil sobreviver a doze meses de notícias ruins, de crise, dessa coisa toda pesada que a gente vê todos os dias.

Mas, para “ser uma rocha e não rolar” (PAGE & PLANT, 1971) ladeira abaixo, você aguenta firme. Você busca forças. Você se apoia em quem não desiste de estar ao seu lado. Você enxerga uma nova maneira de lidar com o que está ao seu redor.

Aos amigos que tiveram um bom ano, um abraço e um “tamo junto”. Aos que não passaram por um bom 2015, um abraço e um “tamo junto” também. A gente dá uma de Geraldo Vandré e segue com a canção. Uma música bem empolgante, de preferência. É bom estar de volta (JOHNSON & YOUNG BROS., 1980).

PS: Foi também o ano em que mais fiz textões — sendo massacrado por isso =P — e cá estou eu fazendo mais um. Que venham mais. Ou não.

PS 2: Reli essa porcaria e tá parecendo os livros de auto-ajuda que eu tanto desprezo quando vejo um. Deixa assim.

PS 3: Só tenho Xbox.

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