A música de nossas vidas.

Aaaah, o amor, Juliana não parava de pensar em Júlio e ele, por sua vez pegou- lhe a mão e então…

Paaara! Volta para os primeiros 3 segundos desse texto e leia novamente… Viu? Mesmo quando não percebemos, a música está conosco, ela chega sorrateiramente, como quem não quer nada e “vuá lá”, ou só eu imaginei essa frase inicial com uma música de fundo estilo “A dama e o Vagabundo, na cena do macarrão?” Certo… talvez seja. E essa é a graça, correto? Somos os protagonistas de nossas vidas, e isso não muda, e como belos protagonistas, por que não nos dar o luxo de escolher, meio que inconscientemente uma trilha sonora para cada situação? Como aquele dia chuvoso: você no banco do carona, observando as gotas de água escorrendo vagarosamente no vidro do carro, que ao fundo revela em um belo desfoque, as luzes da cidade, que se movem como vagalumes, enquanto isso, em sua cabeça, tocando Adele, enquanto ocorre um flashback de momentos em câmera lenta, com aquela pessoa especial…

Não minta pra mim, não é possível que eu seja o único novamente? Mas se for, qual o problema? Repito fervorosamente, ESSA É A GRAÇA!

Se todas as pessoas tivessem a mesma “visão” da situação chuvosa citada acima, seria a maior chatice!

A música tem um poder devastador de transformação, que pode levar uma bailarina de seu mais calmo momento no palco, ao Clímax, cheio de contorções e saltos de dar arrepio!

Tem Pop para os mais dançantes, Metal pros mais radicais, Clássica para os formais, existem músicas para todos os tipos, gêneros e situações.

Então caro leitor, que agora deve estar pensando em algum momento que ocorreu um “flashback musical”, eu te pergunto, em bom e claro som…

QUAL A MÚSICA DA SUA VIDA?