A Força da mudança.

Monografia — Orientações Metodológicas
Fabricio Calvete Campos
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A idéia é uma força motriz no coração do mundo é o centro do pensamento evolucionário; E transfigurou a poesia. Em nenhum lugar a sua potência é mais manifesta do que na adorável Natureza do homem que não depende de outros para viver um sonho.
Todas as coisas mais justas estão condenadas à morte mais rápida, existe nos dia de hoje um profundo horror da mudança, sendo ela muitas vezes um símbolo da decadência, o mensageiro da morte.
“Quando eu vi o vencedor do oceano com grande vantagem de mim. 
 Senti sobre meus ombros o peso da derrota 
 A perda das forças advindas de minha alma conturbada com a mudança.”
Este pensamento é como uma morte, que não escolhe hora nem local. Para nós homens e mulheres modernas, a idéia profunda de mudança teria que trazer alegria, não dor. Pois aprendemos a reconhecer sob seu fluxo e refluxo incessantes, tão freqüentemente aparentemente cruéis, um movimento contínuo em direção à plenitude de vida sem ser visto. À luz da ciência, a mudança tornou-se o símbolo, não mais do dia da vitória mas para muitos a certeza da derrota. 
Temida uma vez como a mensageira do desespero deveria ser aclamada como mensageira da esperança, pois a conhecemos como a prova da perpetuidade da vida, através de formas variadas. 
“Lá rola o profundo onde cresceu a árvore, a terra, que mudanças você viu! 
 Lá, onde a rua longa ruge, tem sido A quietude do mar central.
 As colinas são sombras, e fluem de forma em forma, e nada permanece: 
 derretem-se como névoa, as terras sólidas, Como nuvens elas se moldam e vão”.
O “oceano faminto” com a sua “vantagem do reino do litoral” traz assim uma nova mensagem. 
Com fé na mudança, a natureza não se torna um lembrete da mortalidade, mas um testemunho do Eterno