10 LIVROS QUE VOCÊ PODE JULGAR PELA CAPA, SEGUNDO OS NOSSOS LEITORES

Uma seleção de livros indicadas pelos nossos leitores tão interessantes quanto suas capas.
Todos nós já ouvimos aquele velho ditado: não se pode julgar o livro pela capa. E é verdade, em muitas situações nos deixamos levar pela arte e nos decepcionamos com o conteúdo da obra. Por isso, decidimos perguntar para os nossos leitores exatamente o contrário: qual livro que você comprou pela capa e acabou amando a história? A interação gerou inúmeras respostas em todas as nossas redes sociais — e com base nelas selecionamos alguns títulos em que a narrativa vale tanto a pena quanto sua aparência.
Confira!
A volta ao mundo em 80 dias, de Júlio Verne
Neste clássico da literatura, o autor Júlio Verne conta a história de Phileas Fogg, um homem inglês que tinha uma vida regrada e solitária, apesar de ser dono de uma fortuna. Devido a uma aposta com seus amigos de jogo, resolve dar a volta ao mundo em apenas 80 dias, acompanhado apenas de seu fiel empregado.
“Julio Verne …um homem muito além de seu tempo…vale a pena. O mais interessante é que nunca saiu da França. A volta ao mundo em 80 dias é uma das mais famosas, mas ele escreveu outras histórias legais também.” (@murilo_batistaoliveira, via Instagram)

Os homens que não amavam as mulheres, de Stieg Larsson
Os homens que não amavam as mulheres é um enigma. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de uma fortuna some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, o acesso para a ilha onde ela e membros de sua família moravam fechou. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o patriarca da família, recebe uma flor emoldurada — o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer — ou ser assassinada.
“Os homens que não amava as mulheres. A capa antes do lançamento do livro era maravilhosa.” (@gilvania.oliveira.7, via Instagram)

A livraria mágica de Paris, de Nina George
Uma história emocionante sobre amor, perda e o poder dos livros. O livreiro parisiense Jean Perdu sabe exatamente qual livro cada cliente seu deve ler para amenizar os sofrimentos da alma — ele vende romances como se fossem remédios. Infelizmente, o único sofrimento que não consegue curar é o próprio: a desilusão amorosa que o atormenta há 21 anos, desde que sua amada o abandonou enquanto ele dormia. Em um verão, tudo muda e Perdu embarca em uma jornada que o levará de volta ao mundo dos vivos. (@anacarolacr, via Instagram)

O nome do vento, de Patrick Rothfuss
Ninguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse universo. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem misterioso que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do percurso. Da infância numa tribo de artistas itinerantes, passando pelos anos que viveu em uma cidade hostil e pelo interesse de ingressar na escola de magia, O nome do vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano — os demônios que assassinaram sua família. (@stexxareal, via Instagram)

Uma história incomum sobre livros e magia, de Lisa Papademetriou
Duas meninas encontram um livro mágico e cada uma delas se envolve em uma história que parece ser contada sozinha. Kai chega ao Texas para visitar sua tia-avó Lavinia — uma senhora extravagante e durona. Do outro lado do oceano, no Paquistão, Leila deseja ser tratada como uma princesa pela família de seu pai e viver fortes emoções. Elas só não fazem ideia de que seus mundos completamente diferentes estão prestes a se chocar graças a este enigmático livro em branco. (@leitora_mineira, via Instagram)

Olhai os lírios do campo, de Erico Verissimo
Primeiro best-seller de Erico Veríssimo, a obra representou uma guinada na carreira literária do escritor. Eugênio Pontes, moço de origem humilde, se forma como médico e, graças a um casamento por interesse, agora faz parte da elite da sociedade. Nesse percurso é obrigado a virar as costas para a família, deixar de lado antigos ideais humanitários e abandonar a mulher que realmente ama. Olhai os lírios do campo faz o leitor refletir sobre os quais são os reais valores da vida. (@verasangelica, via Instagram)

O verão das bonecas mortas, de Toni Hill
Neste romance policial instigante e com personagens complexos, um protagonista forte e bem construído direciona a trama com a ajuda de personagens secundários muito presentes e que ajudam a iluminar dois mundos diferentes na mesma cidade: pessoas ricas e privilegiadas em contraste com o universo do tráfico de mulheres e ladrões.
“O verão das bonecas mortas, de Toni Hill. Ótimo livro policial.” (Bruna Boaretto Pelarin, via Facebook)

Extraordinário, de R. J. Palacio
August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome cuja sequela é uma severa deformidade facial. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, ainda mais quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o ano letivo em um colégio de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência, ele é um menino igual a todos os outros. De forma brilhante, na contracapa da obra está alerta aos desavisados: não julgue um livro pela capa — ou não julgue um menino pela cara.
“Extraordinário — em cuja contracapa há inclusive um jogo com a expressão: Não julgue um livro pela capa.”(Karen Calonaci, via Facebook)

A menina que roubava livros, de Markus Zusak
Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E conseguiu sair viva das três ocasiões. Desde o início de sua vida numa área pobre de Molching, na Alemanha, ela precisou achar formas de convencer a si mesma do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa impaciente. Ao entrar na nova casa, Liesel trouxe escondido na mala um livro, O manual do coveiro, que em um momento de distração, o coveiro que enterrou seu irmão o deixou cair na neve — este foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
“A menina que roubava livros. Muito bom. Atá o filme eu já assisti. Mais emocionante ainda.” (Antonio Carlos Rocha, via Facebook)

A ira dos anjos, de Sidney Sheldon
Jennifer Baker, filha de um advogado do interior, realiza o sonho de sua vida: ela ingressa na Promotoria de Manhattan, com muita disposição para lutar contra a injustiça. A ascensão de sua carreira dura pouco — tempo suficiente apenas para cair em uma cilada durante o primeiro julgamento do qual ela participa. (Laiani Paula Lima, via Facebook)

