Privilegiado ando

Te acostuma, te muda, te ama

B L U E, de Ricky Leung

O que me faz melhor que ele? Eu nunca vou entender. O segredo pra quebrar essa crença tá numa palavra extensa que representa a atividade daqueles presentes onde antes só havia ausência. A representatividade é o que tornará comum associa-los à política e pá, ciência… Mas, paciência.

Ao ter ciência de que o que se apresenta tá errado, quem tem culpa sente o medo de só repetir o passado. Quem tem cx tem medo então bate no peito, a vida cobra. Não dá mais tempo de entrar em quadra pisando com o pé errado. Esconde o jogo. Deixa pensarem que ele é quem inventou a roda. Eles não vão entender nada ao modelar quem se incomoda.

Na lama, constroem casas mais sólidas que edifícios. A fim de ver o lobo fracassar pois não se dão mais por vencidos. Então não vem com "desculpa tio" se sua intenção foi hostil. Sua ideia é o cão sem til e só tá vivo quem sentiu.

Pra aguentar mais um dia só com um sorriso no prato. Do que adianta dizer que o som dos menor é "brabo" se continua a olhar a todos os jovens com desconfiança. Igual a gente, eles são apenas crianças.

Então tranca a porta e sejamos planetas em seus primórdios, cada um com sua recém nascida órbita. Não cabe a nós forçar um mundo a alterar sua rota. Se acostumem. Mudem. E amem. Porque todo privilegio é nada no final e a energia que emana é o que realmente importa.

Beyond the map, de Ricky Leung