Olá, Carol. Muito bom texto.
deborah-gl
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Oi Débora. Não sou a Carol, mas compartilho da filosofia dessa colunista, constantemente atacada por idiotas. E a resposta não poderia ser mais simples.

Devemos educar nossos filhos a não serem iguais a esses crápulas. Porque boa parte do que esses crápulas aprenderam não vem do pai, mas — pasme! — da mãe!

Como a Carol disse, uma mãe de dois filhos — um menino e uma menina — vai permitir que o menino seja criança, mas vai forçar a menina a “ajudar na casa”. Sem falar que a mãe é a primeira a aprovar ou não namoradas, usando o conceito vadias ou não-vadias, para o filho.

Tá certo que infelizmente, ainda teremos de forçar nossas filhas a tomarem cuidado muito mais cedo que os meninos.

Mas tomando cuidado em nossas pequenas decisões, dentro do lar, na escolha de amigos (amigo meu não fala assim, por exemplo. E se eu descubro que pensa assim, corto relações na hora)

Esse tipo de crápula tem “coragem” de aparecer, porque aceitamos. Ele se sente confortável e seguro na sociedade, enquanto taxarmos as mulheres de vadias. Mesmo que seja uma moça que vá para a faculdade usando “roupas inadequadas”, eu posso no máximo achar que ela tem mau gosto. Mas se ela for agredida, eu vou em sua defesa tanto quanto eu defenderia Madre Teresa de Calcutá.