Participar de uma comunidade, desenvolver projetos próprios e manter uma rotina de estudos com recursos gratuitos são boas maneiras de ingressar na área.

Foto: Coda.Br 2017

“Quero me tornar um(a) jornalista de dados, por onde devo começar?” Essa é uma pergunta que eu e outros colegas da área recebemos com frequência, então achei que valia o esforço de estruturar a resposta em um post para alcançar mais gente. Não acho que tenha um caminho único, e nem tenho o intuito de ser prescritiva, mas de deixar algumas sugestões para quem precisa daquele empurrãozinho inicial.

Eu mesma tive meu primeiro contato com jornalismo de dados em 2008, e foi por acaso. Estava em um intercâmbio nos EUA e tive a oportunidade de assistir a um workshop com…


(And some recommendations from my fellowship journey)

One of the arcades around the historic Quad at Stanford. Picture by Prashant_Agrawal

The life of a JSK Journalism Fellow at Stanford guarantees good doses of “FOMO.” The Farm, as insiders affectionately call the campus, is always full of distinguished visitors and activities. In my first three months here, I was able to learn from and debate philosopher and economist Francis Fukuyama, award-winning journalist Maria Ressa, former US ambassador Michael McFaul and Nike’s Valiante Labs founder, Hannah Jones.

Certainly, the first lesson is to choose strategically. That’s why we JSK fellows spent the first week learning about Design Thinking and mapping out our main goals for the program. I defined two main directions…


An interactive fiction about a dystopian future where surveillance is everywhere, and there’s no place to hide

Play the game here (Better if played on desktop. It should take around 10 minutes).

First scene of "Panopticon"

Overview

You wake up from a coma that lasted ten years. Society is no longer the same. The fight you were waging against government surveillance is no longer possible. It now permeates every sphere of the citizens’ lives. They won. Panopticon is a suspense interactive fiction that puts the player in the midst of a dystopian scenario where surveillance is ubiquitous. You may feel that you have choices to…


How trying to find the missing data to report on city issues can unleash the potential of collaboration and technology

Credit: ablokhin — stock.adobe.com

Caracas, Venezuela, is one of the most dangerous cities in the world: last year there were at 100 homicides per 100,000 people. But what the official crime figures don’t tell you is how many deaths were caused by police forces, which were thought to be substantial.

Favela da Maré, a neighborhood in Rio de Janeiro, Brazil, has one of the worst quality of life indexes in that city. But yet there’s no reliable data to drive public policy about serious sanitation issues such as the number of open sewers.

This can and should change.

During my John S. Knight Fellowship…


Esta é uma tradução livre do texto "I’m a data scientist who is skeptical about data", publicado na Quartz pela Andrea Jones-Rooy, professora de Ciência de Dados na NYU.

Após milênios confiando em anedotas, instintos e contos da carochinha como prova das nossas opiniões, a maioria de nós hoje exige que as pessoas usem dados para apoiar seus argumentos e ideias. Seja curando o câncer, resolvendo a desigualdade no ambiente de trabalho ou ganhando eleições, os dados agora são vistos como a pedra da Roseta para decifrar o código de praticamente toda a existência humana.

Mas no frenesi, nós confundimos…


A Gênero e Número e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) estão à frente de uma pesquisa inédita no Brasil para mapear a diversidade de gênero dentro das redações e os eventuais obstáculos que impactam o desempenho e a segurança de repórteres, fotógrafas, editoras ou executivas de mídia. A proposta segue a mesma linha de pesquisas realizadas em outros países, que traçam o status das mulheres na mídia e seus efeitos na cobertura jornalística. Os resultados preliminares foram divulgados na última sexta-feira, 30 de junho, no 12 Congresso da Abraji, em São Paulo.

Uma primeira etapa com grupos focais…


Temas como representação feminina na política, cobertura das Olimpíadas e violência sexista reacenderam o debate sobre direitos e equidade de gênero.

Não dá pra negar que 2016 foi um ano difícil. A Lava-jato e o impeachment escancararam a crise política no país, enquanto as palavras-chave no campo econômico foram retração e recessão. Contudo, o protagonismo feminino manteve a rota de avanço vista em 2015. Temas como representação das mulheres na política, violência sexista, participação das atletas nas Olimpíadas e sexismo na cobertura do megaevento ajudaram a catapultar o debate sobre direitos e equidade de gênero ao centro da agenda pública…


Ampliar a oferta de capacitações e romper com a resistência à liberação de dados de interesse público são os principais desafios

“Dados”. Termo de grande importância no jargão de economistas, estatísticos, analistas de marketing, nos últimos anos tem ganhado popularidade entre jornalistas. O jornalismo de dados avança — junto com a produção de informações digitais, o movimento de transparência e as leis de acesso à informação — e deixa de ser de nicho para ocupar espaço cativo no conjunto de técnicas essenciais da profissão.

No Brasil, redações tradicionais e novas iniciativas independentes vêm apostando no trabalho guiado por dados para suas narrativas jornalísticas. Do lado das novas iniciativas, o jornal Nexo aposta na apuração e no formato do jornalismo de dados…

Natália Mazotte

Brazilian Data Journalist and Entrepreneur. JSK Stanford Fellow. Formerly Open Knowledge Brasil CEO. Coda.Br, Gênero e Número & Escola de Dados co-founder.

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