O Nu Como Arte: Sacha Leyendecker I

A beleza feminina deve-se, em grande parte, a sua fragilidade ou delicadeza, e é até mesmo realçada por sua timidez, uma qualidade do espírito próxima a ela. (…) Nas mulheres: sua pele macia é um dos seus mais belos atributos. (…) Observai a região do corpo de uma bela mulher onde ela é talvez mais bela, nas imediações do pescoço e dos seios: a maciez, a suavidade; o aumento gradual e imperceptível de volume; a variabilidade de sua superfície, que nunca é igual, nem mesmo nas mínimas partes; o labirinto pelos quais o olhar inconstante desliza irresistivelmente, sem saber onde se fixar ou aonde está sendo conduzido. (Edmund Burke: “Uma Investigação Filosófica Sobre a Origem de Nossas Idéias do Sublime e do Belo”).

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