E agora, toda guarda é compartilhada?

O que será dos filhos se os pais não se entenderem por si só?

Sim! A lei é de 2014 e esse foi o entendimento da ministra Nancy Andrighio do Superior Tribunal de Justiça, entenda…

No dia 28 de setembro, a mídia divulgou a decisão da ministra do STJ, depois de muitos recursos ao Tribunal de Justiça. A magistrada decidiu que a guarda do filho de pais separados deva ser em regime compartilhado, mesmo em casos em que os pais não se entendam.

A guarda compartilhada não tem caráter específico de alternância de lar, como por exemplo, o filho passar quinze dias com cada progenitor. Esse regime se chama guarda alternada e não é adotado oficialmente no Brasil.

Claro que se os pais morarem próximos, o filho poderá frequentar a casa de ambos de forma igual, mas aí caberá o juiz estipular como isso será feito ou os pais. Nesse caso, o filho poderá dormir, comer, estudar, numa casa e vir a fazer o mesmo na outra no dia seguinte.

Muitos pais comemoraram a notícia, afinal agora eles podem conviver mais tempo com os filhos sem ter que esperar decisões tão demoradas do judiciário. Mas também, como todo mundo sabe, há muitas crianças que moram em situação de risco, sofrem abuso dos pais… Nesses casos, há uma luz no fim do túnel — Após a decisão da guarda compartilhada pelo juiz em primeira instância, o pai ou a mãe pode recorrer ao Tribunal de Justiça e, nesse caso, o desembargador faria uma nova análise do caso.

O problema que muitos já passaram como eu, é esperar a decisão do juiz ou do desembargador, mas não podemos desistir por nossos filhos.

Meu conselho para quem sofre com a espera — junte todas as provas que tiver ao seu favor, tente ao máximo ficar perto do seu filho e o ame, independente de onde ele esteja.

A dica de filme de hoje é: Uma babá quase perfeita — Perder o emprego não foi tão ruim para Robbin Willians, ruim foi ter que passar menos tempo com os filhos, mas logo ele deu um jeitinho de resolver isso.

Clique aqui para ver o trailer

Uma babá quase perfeita

Gratidão a todos!

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.