Hoje eu só quero a segurança de um amor correspondido

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Saber que alguém está ali pra mim. E que saiba que eu estou ali pra ele.

Só quero a paz de saber que a pessoa que eu quero me quer também.

Não quero mais o descompromisso.

Não quero mais joguinhos de desinteresse. Quero apenas os jogos em que os dois se divertem.

Não quero mais a instabilidade de uma amizade colorida, embora eu conheça pares de amigos mais estáveis do que alguns casais exclusivos…

Pode ser só porque eu me apaixonei.

Pode ser só porque eu voltei a cogitar a possibilidade de estar com alguém.

Ou pode ser que eu já tenha experimentado de tudo que esteve a minha disposição e tenha, enfim, decidido que eu quero mesmo a paz de um relacionamento estável, transparente e maduro.

Eu quero alguém que se divirta comigo quando, nos meus surtos infantis, eu quiser descer no escorregador; ou quando eu quiser me acabar de dançar; ou, ainda, quando eu quiser me acabar de pular no parque de camas elásticas (…)

E que também curta se escolhermos um domingo de preguiça, a base de sorvete, pipoca, brigadeiro e Netflix…

Eu quero saber que sou a escolha da pessoa que eu escolhi.

E que se, por algum motivo, em algum momento um dos dois mudar de ideia, tudo bem.

E não é um “tudo bem” isento de sofrimento. Mas é uma dor que será sentida e superada. Não será uma dor de engano. Apenas o luto por encerrar um ciclo. E, após o luto, a aceitação e a vida segue.

O importante é sermos felizes enquanto formos mutuamente escolhidos um pelo outro, a cada dia, todos os dias, até que a escolha de um dos dois mude, caso mude.

No fim do dia, eu só quero a paz de um amor correspondido…

“Fique com o cara que mesmo fazendo nada ao seu lado, não queria estar em nenhum outro lugar no mundo.” — Andrea Romão, em “Não fique com um cara que”.

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