Uma cabeça sem SENTIDO

Há algumas horas atrás, estava eu bebendo com alguns seres humaninhos. E vocês sabem, sempre quando bebo fico caindo numa puta crise existencial. Acho que minha vida toda gera em torno das questões existenciais. Exemplos: “Ah, por que estou aqui?”; “Qual é a razão da existência humana”; “Por que o céu é azul?”. Claro que alguns desses exemplos foram metafóricos, mas é só uma alusão da minha mente.
Continuando minha -intensa- história de vida… Irei fazer 20 anos. Não estou falando assim do nada. Só que cada vez que chego mais perto desse maldito aniversário, estou perdendo mais da minha essência. Não ADIANTA você falar: “nossa, você é tão novinha, tem uma vida inteira pela frente” isso não me faz melhor, sinto a morte mais próxima, talvez seja um alerta para acordar e viver o hoje. Como diz o famoso carpe diem, sinto que não aproveito nada.
Vejo-me como uma criança descobrindo o mundo aos 19 anos, parece que estou uma eternidade nessa idade, mas ao mesmo tempo não sou nada. Com uma vida comum, com uma casa comum e aquele típico problemas com os pais. Não sei se vocês já viram um filme chamado: Eu te amo, Beth Cooper, no entanto esse puta filme me salva sempre quando me sinto presa na masmorra da minha casa. Eles são mais puros do que a mim, nunca colocaram um pingo de álcool na maldita boca.
Isso é tudo!
-gabriela p. benvindo
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