DEVOCIONAIS EM JANEIRO — Dia 28

PARA O INFINITO E ALÉM

Se eu encontrar em mim mesmo um desejo que nenhuma experiência neste mundo pode satisfazer, a explicação mais provável é que eu fui feito para outro mundo” — C.S. Lewis

Em Platão, temos uma famosa história chamada de A Alegoria ou O Mito da Caverna registrada no seu livro A República, onde pessoas acorrentadas, através de uma luz, veem sombras de pessoas, animais e objetos e elas davam nomes a essas sombras e analisando situações.

Imagine se um desses homens consegue sair da Caverna e percebe que todo seu julgamento e percepção não passou mesmo de sombras. Ele volta pra Caverna diz tudo o que viu e sentiu. É óbvio que seria ridicularizado ou, possivelmente, até morto. Seus companheiros só conseguem ver a realidade refletida na parede.

Houve um homem que viu novo céu e nova terra (Ap 21:1). Antes dele, houve Outro que nos ensinou o caminho do céu, o caminho de um entendimento que nossas percepções são mínimas comparadas à verdadeira realidade.

Crer no céu muda nosso senso de justiça. Há algo mais correto que o controle dos poderosos. O mundo atual é apenas uma sombra, um relance do mundo real. Crer nesse mundo real faz eu querer vivê-lo o quanto antes, mostrá-lo e revelá-lo como uma boa notícia num mundo desesperado e sem perspectiva de melhora. Antes da bonança vem sempre a tempestade.

Somos constantemente lembrados pela esperança da Nova Terra e do Novo Céu. Lembrados que a alegria virá pela manhã, apesar do choro durar uma noite inteira (Sl 30:5). O céu não é um lugar apenas, é uma realidade permanente de Deus. Para o cristão, a morte é mais um jeito de se encontrar com a Vida Real e dela nunca mais sair.

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