Casulo Social: Metamorfoseando o fluxo.

Modelo de Incubadora e Aceleradora Transgresiva 8D (Open Source)

Qualquer facilitador pode usar o modelo aqui apresentado e implementar em qualquer espaço um CASULO. Este é um conceito de espaço transformador ou ambiente de pensamento que se replica sem qualquer ônus, trata-se de um padrão aberto para facilitadores, mentores, empreendedores sociais, ativistas, artistas, produtores, ambientalistas entre outros que desejem apoiar-se em rede.

Super transgressivo: é empoderar-se e empoderar a todos que queiram iniciar um processo de facilitação e ou mentoria tornando-se um espaço colaborativo com um alto potencial de crescimento como as Yunus, Artemísia ou Ashoka: grupos de inovação social reconhecidos por seus processos de modelos. O importante é romper limites e padrões em rede. Isso protege ao centro, a fonte que originou a transgressão.

O registro do modelo aqui chamado de CASULO Social está documentando como modelo livre de incubação e aceleração e quem quiser pode replicar e ou transgredir e adaptar. Vamos espalhar Casulos pelo mundo!

Somos colaborativos até que alguém dá uma mancada. Aí voltamos a ser opressores, competitivos.

Tenho visto muitas pessoas gozarem com o discurso colaborativo mas quando algum deslize de conduta ou ética passa o discurso opressor vem a tona acabando com qualquer tecido social gerado anteriormente. Concordo que devemos respeitar o legado e as fontes, porém, a forma como reclamamos esse reconhecimento ainda esta causando muita dor e ruptura. Vamos propor ética com amor e mediação regenerativa, falando com os envolvidos, analisando as causas? Colaborar é também saber renunciar.

A proposta do Casulo é ser 100% livre. Livre mesmo. Qualquer pessoa pode copiar os logos, feitos gratuitamente no www.canva.com e utilizar todo o conceito, sem citar qualquer fonte. Queremos transgredir a chamada copy right. Nada é de ninguém e tudo é de todos no fluxo colaborativo do colapso.

Colapso é o que a humanidade esta passando nesse momento segundo o ex-cientista da NASA James Lovelock autor da Teoria de Gaia, e vai adiantar você ser o melhor autor, o mais original se faltar água, semente e terra fértil? Por isso não dou a mínima importância para o meu serviço de sistematização e autoria nesse processo. Queremos oferecer aos novatos uma oportunidade de serem protagonistas! Para saltarmos rápido do colapso vamos ao CASULO!

Como criar uma incubadora e uma desaceleradora de maneira ágil e empoderar-se do fluxo colaborativo de uma localidade visando o essencial? Sem perder saúde, tempo e propósito? Como você se incuba e ou desacelera o seu próprio sonho ou projeto colaborativo? Primeiro você vai precisar criar uma comunidade em torno do seu projeto que respeite valores básicos e essenciais. Sem virtudes seu projeto será mais uma moda iludida em faturar milhões pela falsa promessa de escalar e com isso um processo dentro de um ciclo de duração não será regenerativo, será corrompido. Isso não é novidade no meio colaborativo. A promessa de colaborar até que não se possa sustentar. Por isso, é importante também pensar no equilíbrio de diversas dimensões do seu projeto-processo-metamorfose, é o corre!

O que é uma comunidade?

É algo que perdemos quando estabelecemos por meio de objetivos comuns um vínculo. Este vínculo é comportamental, ele reproduz uma comum-unidade. Para isso é necessário ter trocas sistêmicas baseando-nos na coexistência. A qualidade da interação dessas trocas deve basear-se nas necessidades essenciais do ser.

Ah-Rá! Necessidades essenciais do ser? Que ser? O ser humano!

Identidade-(vínculo com o território), alimento-(vínculo com as sementes) , vestimentas-(vínculo com a memória), refúgio-(vínculo com a construção do lar) e cura-(vínculo com a arte, alegria e FElicidade).

São essas as cinco necessidades essenciais do ser humano original. Esta informação é importante. O que queremos ter em comum? Reserva de poder pela retenção de moeda? Ou vida simples e pensamento elevado? Queremos fazer o corre para sermos reconhecidos como gente de sucesso ou compartilhar nossos dons e talentos?

A magia da vida humana é pode participar desses cinco processos citados acima. Conhecer as cosmos visões de cada território e pertencer a uma. Saber manejar a terra e suas sementes para observar o fruto crescer e depender do criador e sua criação, sem mané de intermediário querendo faturar pela preguiça de sentarmos no sofá.

Contar os mitos em nossas vestimentas, por desenhos que contam a verdade, construir nossa própria casa com materiais que os permitam respirar e integrar a reciprocidade como meio de sustentação e conhecer dos atributos que garantam uma vida baseada no respeito com o espírito. Para entender isso: CASULO! METAMORFOSE! DESACELADORA como disse meu mano Tony Marlon!

A questão é como criar uma comunidade/rede que dure mais do que algumas décadas e seja capaz de superar obstáculos semânticos, antropocêntricos e de conduta ao se expandir auto gestionando-se num corre maluco, onde ta todo mundo perdido?

Um palpite para seria: observar a comum-unidade. Estamos unidos pelo que é essencial? Vamos compartilhar o que é importante? Ou vamos competir pelo o excedente de uma dimensão monetária baseada na falta de acesso, no controle, na falsa visão de êxito?

O processo para isso é empírico e necessita ser retroalimentado a cada ciclo de tentativa de construção de comunidade sendo incrementado permanentemente a cada novo ciclo a sabedoria da visão do mundo interno e coletivo desacelerado com o externo que escolhemos viver.

É isso, sentar e pensar bonito em volta ao fogo vai ser a primeira tarefa do CASULO. Preparado? Então coloca a meta de juntar os irmão e fazer aquela fogueira bonita e trocar aquela ideia reta sobre o que ta rolando no mundo nesse momento e o que podemos fazer juntos para não continuar acelerando o TITANIC na noite escura.

Esse encontro, onde sugiro a união dos sagrados, homens e mulheres, poderá ser replicável e permanecer sem seu próprio idealizador ou membros mais antigos, o planejamento sucessório dessas rodas de conversas é necessário para que o impacto seja de longo alcance e a criatividade seja incorporada rapidamente por outros participantes. Não temos tempo para esperar que os acordos sejam somente os que centralizamos em nós mesmos. Também não esquenta com metodologia ou planejamento para essa etapa, é só juntar a galera em círculo e o resto acontece. Olha para a fogueira! Ela é nossa primeira mentora! Sagrado avô fogo!

Os projetos que nascem desse tipo de ambiente tem outra relação, ao serem colaborativos desde do coração, tornam-se um presente para a Natureza. É uma semente que germina e multiplica-se. A matriz de uma árvore não goza da propriedade de ser uma multiplicadora, ela doa seu código genético sem receber diretamente qualquer benefício. Ela não requere a autoria. O sistema (todo) a recompensa pela existência, quer tenha sido uma boa matriz ou não.

É preciso trazer ao fluxo novas matizes. Novos membros de outros espaços transformadores. É preciso renunciar nossas próprias ideias e decisões, compartilhar o poder de decisão. Testar mais e mais sem parar em ambientes reais, presenciais, na comuna, na praça, com o morador de rua que vive o corre de outra perspectiva, nada de PITCH ou planos de negócios.

Para funcionar é preciso criar espaços matrizes: onde a liberdade de criação é o centro gravitacional da transcendência. Não paramos no tempo: dançamos com os ciclos por meio de novos encontros sociais (cruzamentos).

Processo 1:
A. Investigar processos
empíricos de despertar e cultivo de pensamentos/ambientes que gerem matrizes multiplicadoras. Esses ambientes matrizes necessitam ter objetivos e resultados transformadores baseado na regeneração, conservação e preservação da vida como um todo. É que chamamos de impacto no mundo acelerado. Aqui chamamos de transgressão: Romper estruturas padrões. Causar um efeito positivo com ética e desobediência.

O que queremos solucionar? Como? Quem participa? Que temos de incremento no próximo ciclo? Fazemos sempre depois de um sinal do presente, da natureza, que tal o desafio de ler os signos?

Para isso é necessário criar ambientes de pensamento, baseados em experiências de escuta profunda, ativa e empática. Desde de sua concepção até o pós ciclo de uma experiência de fluxo que beneficie a todos por meio da bondade precisaremos ter como guia a escuta. A escuta desde do indivíduo, coletivo e da natureza. A bondade é a chave da existência dos processos e espaços colaborativos. Empoderar uma abertura responsável e integral é a chave da inovação social na era da cosmogeocracia. Todo processo é visto como uma oferenda. É uma conexão com o território.

1. O ACOLHIMENTO | 2. O CÍRCULO | 3. O ESPAÇO ABERTO | 4. A CONVERGENCIA DA DIVERGENCIA |

O acolhimento é o chamado, a convocatória, o convite para despertar um ambiente matriz. É uma oferenda ao espaço. O encontro acontece como uma cerimônia.

Ninguém faz nada sozinho. Preparar a formação de uma equipe de facilitadores e mentores e servir como instrumento de crescimento coletivo como uma família por meio da bondade é a chave do êxito de um sistema complexo de cooperação. É essa a prática ancestral realizada pelo Pajé que sabe reconhecer o dom escondido em cada coração da tribo, estimulando esses a serem empregados pelo serviço amoroso e desinteressado. É mano! Aqui é desaceleradora! Mas calma! Vai rolar sustento para todos! Confia na sabedoria ancestral!

Falta um elemento importante nessa etapa. O território. Não veja como espaço físico, mas como um organismo. O Arquétipo sutil. A anti matéria da matéria. É o ponto para antes de acionar o local da manifestação física, solicitarmos por meio de uma oferenda o pedido da ativação da reciprocidade essencial.

Caso você busque atingir o todo, ou seja, escalar, ainda assim vai precisar de um espaço de invocação inicial, sequencial. Este é o papel de um sábio. Ele cuida dos espaços físico e se relaciona com os espaços não físicos. Ele sabe como interagir com o espaço por meio da escuta, da compreensão do seu sentir. Ele harmoniza a relação dos pensamentos individuais e coletivos, e ordena as ações integrando a dissonância ou consonância colocando no centro a visão de mundo interdependente e dependente, hierárquico onde o ser humano não esta trabalhando sozinho em uma dimensão apenas. O trabalho material esta conectado com o uma série de dimensões materiais mais sutis. Por isso, somente o pensamento individual, não poderá ser a garantia de um processo ou projeto exitoso, quando estamos falando de impactos. É preciso ter coesão e coerência coletiva! Pajelança meu irmão!

O círculo é o processo de seleção natural, o filtro onde podemos aplicar os critérios perguntando-nos: quem se sente preparado para fazer parte de um processo de formação de pulso que baseasse no princípio da bondade-humana original? Ou seja, onde nos reconhecemos como parte integrante de um sistema de causas e efeitos.

Assim como um organismo tem um coração e um pulso regula o fluxo de entrada e saída de energia, informações e vibração o pulso cria o ritmo criando uma ordem de permanência e existência para um conjunto de participantes nesse corpo. Em um corpo humano existem trilhões de bactérias. Sem uma egregora não rola!

Os espaços abertos para pulsar servem para convidar mais interessados a participar dos círculos (equipes pulso e coração) visando oxigenar o grupo de mentores e facilitadores do propósito central: articular sinergias e convergir projetos em negócios sociais como oferenda a natureza.

A convergência da divergência foi pensada para ser um espaço para implementar o sistema de toma de decisões ágeis entre os círculos participantes das equipes: coração e pulso. Utilizamos a Sociocrácia 3.0 para este processo. Logo depois a Sociocracia 3.0 vai dar espaço para a Cosmogeocrácia. Trata-se da inclusão da natureza no processo de tomada de decisão utlizando elementos da S3.

Processo 2:
B. Desenvolver modelos
que apoiem o processo de metamorfose de seus membros. Ou seja, de transformação, evolução e crescimento (um estado de larva para borboleta) de todo projeto, ser e ou rede/coletivo que transforme-se. A facilitação de si mesmo. É preciso amar-se e cuidar-se. Não se trata de salvar o mundo se nós não estamos em harmonia. Disciplinar nossa mente. O que vibramos reflete no meio.

5. A COLHEITA | 6. O MODELO | 7. O CAFÉ COM AH-RÁ | 8. O ABRACO

As colheitas são as sistematizações dos processos de cada círculo, criado a partir de necessidades essenciais. A primeira necessidade em qualquer que seja o círculo deverá ser o cuidado de si e o cuidado de todos. Saber como controlar nossa mente e nossas emoções. Saber a relação que a alimentação e o ambiente externo pode causar com o nosso equilíbrio. É preciso ter um desenvolvimento integral do ser. Mente, corpo, alma, espírito, relações, necessidades essenciais para estar fixo no objetivo individual de transcendência e coletivo de evolução.

A colheitas são sistematizações de processos individuais e coletivos de pontos nefrálgicos que devem ser publicadas constantemente para ter mais interações com pessoas de fora do sistema CASULO. Isso incrementa o coeficiente de inteligência transcendental coletiva e apoia o processo de cuidado da comunidade potencial, aquela que pode e deve ser integrada no movimento integrativo e trocas sistêmicas para cumprir os objetivos dos projetos e seus modelos de impacto.

O Modelo é o desenho de um processo operacional e estratégico que se oferece como visão no chamado e se incrementa com a retroalimentação dos primeiros processos colaborativos. Sem reconhecer a unidade do criador em nosso coração, nenhum projeto estará alinhado com o propósito orgânico: o de servir aos demais. Assim como um orgão que serve o corpo. Ele não funciona sozinho. Imagine um coração sem ânus, iria servir para que?

É o propósito do acolhimento e que integra-se com os espaços abertos e ambientes transformadores, mesmo que no imaginário. O Café com Ah-Rá é a continuidade do processo de acolhimento e de círculos, incluindo novos círculos por necessidades não atendidas de novos membros e dos membros participantes ou dos atuais.

O Abraço é encerramento de um ciclo de acolhimento, círculo, espaço e convergência a celebração onde aprendemos o que devemos fazer e o que não devemos fazer. Todos são mentores de todos. O território, ou seja, a natureza e seus arquétipos são soberanos.

Processo 3:
C. A saída do Casulo
. As asas a desenvolver (viabilidade) são a liberdade, autonomia e a função organiza de polinização em outros espaços.

9. O AFETO | 10. A CURA | 11. O DIÁLOGO | 12. A FESTA DOS AH RÁs | 13. A SINERGIA SABIA

O Afeto é a cristalização de uma resultante em comunidade. Ela é integrada em um ou mais espaços matrizes (multiplicadoras) em um ciclo de acolhimento da bondade (casulo). Quem fez parte dos chamados e dos círculos. Quem ficou. Quem casulou. Você deve anfitriar o cuidado de si mesmo e dos demais. Isso inclui facilitar os 7 níveis de consciência do modelo de R. Barret de maneira coletiva para que ambos aprendam uns com os outros. Somente convivendo isso será possível. As casas coletivas, compartilhadas, colaborativas são as novas incubadoras-casulos. Só cuida, porque sem altar não tem lar.

Não existe impacto se você esta sozinho e sem praticar a bondade. Você não deve ter somente você no seu processo colaborativo ou no seu espaço. A meta é encontrar sinergia e apoio para isso você vai ter que oferecer o mesmo que busca antes como uma oferenda. Aliais, corre para não faltar semente no seu quintal e um bom sistema de captação de água da chuva.

A natureza nunca opera de maneira isolada. Você deve aceitar o processo de cristalização do seu processo para que outros vocês tenham acesso a seu modelo de afeto, ou seja, a oportunidade de crescer e servir com o seu modelo.

A cura é o cuidado deste afeto como continuidade.

Você é capaz de continuar pulsando novos encontros de novas equipes em outras localidades como mentor e tutor do processo original que desenvolveu? É capaz de deixar tudo o que facilitou para outros cuidarem e certamente cometerem erros para que eles aprendam? Isso tudo sem conflitos e apegos?

Com isso você terá mais chances de ter impactos transgressivos. Muito além dos de planos de negócios. O diálogo sem debater é a retroalimentação sobre as experiências posteriores e anteriores aos processos coletivos de coesão interna e externa. Tudo é válido. Cuidado com o debate. Melhor aceitar do que concordar e incluir seu ponto de vista como um presente.

Você tornou-se um tutor de seu processo? Se não, este é um ponto cego e um processo oculto do seu projeto. Não deixe de cuidar dos que se interessam pelo seu modelo, eles são parte desse organismo vital colaborativo que você esta acessando e servindo. Cuidar não é cobrar ou exigir controle.

A Oferenda dos Ah-ras é a celebração de um ciclo, ela é um rito de passagem. Tudo o que aprendemos é captado e compartilhado.

A sinergia sábia relaciona os que será continuado e o que não nos próximos ciclos. Na Sabedoria Ancestral o projeto é considerado um espaço multiplicador. O Espaço é considerado um arquétipo separado do nosso. Não somos donos de uma ideia ou um modelo. O projeto é um arquétipo que na relação natural de interdependência temos a nós mesmos como um membro servidor autônomo com responsabilidades sistêmicas. Somos um organismo integrado.

As responsabilidades sistêmicas são por exemplo: Processos operacionais documentados pelo modelo, aqui no caso, o CASULO SOCIAL e compartilhado em uma rede de valor aberta, onde uma comunidade pode auto regular ou gerir um modelo proposto, por meio da FALICITADORES, internos e convidados (mentores).

Estes podem integrar a uma plataforma ética de mentoria e monitoramento com a função de observatório de impactos. Todo processo precisa de um código de ética e conduta para poder auto regular-se. Cuidado com o controle. Geralmente fazemos isso no WhatsApp ou por Chat. Iniciamos uma ocorrência, julgamos e decidimos tudo de uma maneira amadora e sem qualquer tipo de sistematização, responsabilidade técnica ou ética com os participantes. Queremos controlar o fluxo. Porém não nos responsabilizamos por gerar acordos e comunicações empáticas e com procedimentos claros a todos. Exigimos sem cuidar. E quando cuidamos, não percebemos que estamos exigindo e logo possivelmente oprimindo. Para isso a comunicação não violenta sistêmica e ágil pode ser muito útil.

Se faz necessário documentar o que geramos como comunicação informal em algum tipo de ordenador, como por exemplo o velho e bom e-mail para analisar semanticamente nossas interações. Com esse procedimento podemos informar os envolvidos e documentar o que sentimos e porque sentimos após aplicar um filtro. A Sociocrácia 3.0 é muito efetiva para gerar padrões de sistematização e fluxo operacional de tomada de decisões coletivas.

14. O PROPÓSITO

O propósito é seu. Declare-o! Agora o propósito orgânico é de todos, sintonize-o!

Você pode adequar tudo que aqui está para sua realidade desde de que tenha seu propósito orgânico claro para sua rede de incubação e aceleramento. Ela deve servir ao todo.

E o que é o todo? É a soma das partes fragmentárias. É o espírito que anima as partes e conecta com o todo. É o mistério do fluxo, a ordem dentro do cãos é você sou eu e o criador.

Porque eu tenho que copiar se posso criar! Legal. Criamos a partir de muitas referências. Para que reinventar a roda, certo? Não podemos ficar presos a formatos. Devemos inovar desde da essência.

A essência é tocar os corações, inspirar, gerar confiança, empoderar e incluir a todos. Se sua rede exclui ou não empodera a todos de forma igualitária, seu processo será em algum momento deixado de lado por seus participantes. Muitas redes que conheço não existiram daqui 10 anos caso continuem cometendo ofensas com seus adeptos. ;)

Em Brasília estivemos com jovens de 22 anos onde o modelo aqui proposto foi chamado de AQUÁRIO. Eles criaram seu processo de incubação de uma maneira muito divertida. A água viva é uma casa colaborativa onde um grupo de jovens cria sua jornada de água viva até tornar-se um Dragão!

Neste documento falamos da larva até a borboleta, ou seja, qualquer pessoa pode usar o template como quiser. A essência é sistematizar a sua jornada. Seja criando um jogo ou um processo operacional. O importante é não estar sozinho e não ser o único a prototipar e testar o seu modelo colaborativo.

Assim ele será mais rapidamente adequado e transformado pela inteligência colectiva.

Modelo Escalável:
O que sempre podemos encontrar em comum no modelo ou template desta natureza que estamos propondo: como transformar projetos colaborativos em modelos replicáveis exitosos por meio da teoria integral?

Como acelerar os impactos positivos em oito dimensões: ambiental, cultural, social, mental, emocional, corpo-físico e financeiro produzindo felicidade.

Esse é o propósito do modelo casulo social, ou aquário, empoderando os participantes do processo durante a jornada a continuarem juntos co criando e evoluindo.

Como remunerar os participantes do processo?

É preciso gerar acordos. Existem sistemas recomendáveis para isso.
Quando precisamos gerar recursos, geralmente, não estamos falando de recursos mas sim de relações. É preciso desenvolver um laço comportamental, afetivo, emocional ou ideológico.

Os processos colaborativos são geralmente remunerados conforme o investimento no processo de fluxo. Contabilizando o tempo de participação é possível gerar níveis de remuneração. Mas com apego não existe êxito real.

Para isso é importante definir os critérios de participação, protocolos de comunicação para solicitar e receber cobranças e ou pagamentos e ter sempre a confiança de que quanto menos precisamos, mais riqueza temos.

A economia da dádiva é uma das alternativas junto com a Fluxonomia. Mapear o patrimônio de riqueza 4D da rede ou comunidade e seus contatos é fundamental. Se temos alimento, casa, vestimenta, cura e território, precisamos de dinheiro? Estamos trocando nosso tempo por dinheiro? Pela esperança de ter dinheiro? Podemos construir relações de fluxo onde tenha o acesso a tudo que necessito essencialmente como ser humano.

Com os perfis e as fórmulas de participação definidos é possível sinalizar onde e como cada participante se encaixa no processo de fluxo. Durante o processo se realiza o monitoramento do movimento de captação empoderada, que seria a capacidade de incluir apoiadores como co-realizadores e ou sócios do projeto, programa ou modelo.

Os acordos são definidos e registrados por um período curto para serem testados para serem ajustados permanentemente. Eles são gerados em torno de protótipos e ou eventos e no conhecimento ou transformação resultante.

Uma proposta de formato para esse processo seria vincular ao modelo ou projeto um círculo de fórmulas de participação. As pessoas então vão buscar alternativas para remunerar as pessoas participantes. É interessante se isso for definido por círculos. Ficaria mais fácil. Em muitos projetos colaborativos os pioneiros ou fundadores não recebem cuidados.

É recomendável oferecer aos membros mais antigos e os responsáveis por canalizar e instrumentalizar as possibilidades atuais algum tipo de retorno, reconhecimento e cuidado. Lembrando que isso esta acompanhado com o êxito do serviço e não da imagem de um indivíduo, pois o processo coletivo é soberano ao indivíduo.

As etapas fractais do modelo são: 
(1)Idéias que nutrem: Renovação, (2)Troca Sistêmica: Constância, (3)Criatividade Ágil: Permanência dentro da Impermanência, (4)Movimento Integrativo: Sustentabilidade.

15. OS VALORES DISPONÍVEIS

Os valores são ferramentas, métodos e técnicas, o que encontramos no modelo Casulo:

  • Diagnósticos ágeis de valores por análise de nível de consciência organizacional utilizando o modelo de barret. Saber o nível de consciência do grupo e gerenciar o mesmo é essencial. Quem poderá oferecer apoio em qual nível?
Modelo de Barret adaptado com geometria sagrada para análises ágeis.
  • Metodologia ágil e transgressiva de elaboração de projetos e sua conversão em negócio social escalável. Saber tornar um sonho um projeto e um projeto um modelo de negócio é uma arte. É preciso apoio e muito monitoramento. Com isso é possível gerar entregáveis com constância. É preciso gerar recompensas para os participantes co-realizadores. Também são as recompensas, como produtos, que geram transformação e impactos no processo de fluxo interno e externo.
Plataforma de conversão de projetos colaborativos em gestão de negócios sociais
  • Gerenciamento de portfólio de projetos: análise integral de projetos 8D e mentoria para o processo de conversão transgressiva a modelos de negócios 8D. Como acelerar projetos sem uma métrica? Para isso utilizamos o modelo corporativo com novos inputs em nossas avaliações. Seria contar com subprodutos e clientes específicos do seu modelo que possam acessar sua caixa de ferramentas em troca de recursos 4D.
Modelo de portfólio adaptado da incubadora de Taiwan
  • Gestão de redes e coletivos: conexão, recrutamento e comunicação por meio da dinamização de participantes que integram ou apoiam e ou participam do processo colaborativo. Desenvolvemos um sistema de conexão por sinergias permanentemente. O café com Ah-Rá une pessoas distintas entre si em causas semelhantes pela sinergia humana. Com isso seu processo de fluxo pode se expandir em diversas formas, sempre, de maneira segura por meio de acordos específicos e curtos. Lembre-se que a incerteza é um recurso válido e importante.
A arte de acolher conversas significativas gerando resultados transformadores e compartilhando sabedoria.
  • DesAceleradora de negocios 8D. Gestão de P.L.I (Profit and Loses and Impact). Como gerir um ciclo de lucro, perdas e impactos de maneira coletiva e transcendentalmente? É preciso ter mentoria para analisar como um processo de fluxo pode ter seus ciclos balanceados.
  • Gestão de contratos open source, de valor aberto, joint ventures colaborativas e abertas e outros modelos, uma estratégia de não perder tempo e dinheiro com a formalidade de um negócio. Para os aventureiros, escalar e crescer é questão de visão, tempo e oportunidade.
  • Sistema de gestão de crises, desastres e prevenção: reorganização, reestruturação, conversão, atualização, retroalimentação, ativação de inteligência coletiva, teoria integral, sistemas caórdicos, prevenção, alternativas e convergência de visões de mundo integradas aos setores ativos de uma localidade numa situação de emergência.
Universidade de Manta organizou o primeiro congresso internacional de inovação, tecnologia e empresas sociais pós desastre com apoio do modelo CASULO SOCIAL.

Articulação, Sinergia e mediação com atores, protagonistas e elos e ou estruturas de poder que estejam envolvidos com o processo. Cultura de paz em ação por meio do empoderamento coletivo. A medida que seu projeto é escalável e você esta realizando mentoria, automaticamente você torna-se apto para ser um mediador sem fronteiras. Lembre-se, seu projeto deve mediar por meio de impactos algum conflito: social, ambiental, cultural ou financeiro.

Como introduzir processo de inovação social, cultural, ambiental, emocional, mental, físico em outros locais?

A fortaleza esta na fluidez com que se pode movimentar-se e apresentar seus resultados transformadores já alcançados com seu grupo de agentes de transformação, ou sócios, empoderando os membros locais de sua rede. É um momento muito lindo quando tem apoio em diversas localidades e o seu projeto/organismo esta adaptando-se a novas manifestações de necessidades.

Sem rigidez vamos adequando o modelo central de forma a expandir a uma localidade nova. Sempre empoderando as pontas. O centro deve empoderar o coletivo e respeitar as pontas, pois é o que o faz crescer e movimentar. Cuidado com a burrocracia. Chegou o momento de multiplicar a semente. A consciência do serviço.

Processo empírico de percepção do MODELO CASULO SOCIAL.

Identificar relações de interdependência pela observação e metamorfose.

Uma maneira de organizar observações, ou o processo CASULAR são os mapas mentais. Depois de refletir, sentir e escutar os projetos, ou outras pessoas, canalizar mensagens gráficas é a parte importante para o processo de transmutação, ou romper padrões!

Comece com você: O que você tem que solucionar dentro de você mesmo? Como você pode resolver? Quem participa ou pode participar? Reflexão!

Template: Mapa mental: Integrando diversos métodos por Prem Avatar Das e Govinda Jaya Jaya

Ordenar e sistematizar para fazer um histórico.

Dicionário de Representações Gráficas: Utilizando a Geometria para Sistematizar — Prem Avatar Das e Govinda Jaya Jaya

Muitas coisas são presentes para os outros elos da rede. Outros que ainda nem conhecemos ou vamos conhecer.

O Casulo Social quer criar sinergia a partir desses mapas e reduzindo curvas de esquecimentos e incrementando a inteligência transcendental, aquela que salta as espirais com mais velocidade.

Template: Como co criar metodologias participativas próprias? por Prem Avatar Das e Govinda Jaya Jaya

Processo operacional para aplicar o modelo Casulo Social: 
Procedimento de ativação proposto:

Desenho de um processo de incubação ágil na Prefeitura de Barcelona/Espanha. Por Prem Avatar Das e Govinda Jaya Jaya

1. Definir o local transformador
2. Definir o horário de casular
3. Prática diária de observar o espaço, sentir, perceber e conectar-se.
4. Realizar anotações diárias praticando a intuição.
5. Compartilhar Ah-ras com o grupo Café do Ah-Ra (sempre mudar de grupo) e voltar aos grupos pioneiros com love backs.
6. Falar dos Ah-ras para desconhecidos. Publicar suas experiencias.
7. Fechar o ciclo em um Check Point com uma pessoa do grupo e depois com os Mentores,implementando uma atividade prática pelo menos sempre depois do ciclo para experimentar o processo intuitivo na experiência prática.
8. Prototipar uma nova experiencia (ciclo) incrementando a retro alimentação. (ver Banco do Fluxo).

Modelo Aquário

Identificar relações de interdependência pela observação e captura dos peixinhos e ajuda para que o peixe se desenvolva.

Uma maneira de organizar observações, ou o processo AQUÁRIO são os processos de organização do espaço e tempo.

Ordenar e sistematizar para fazer um caminho de eventos é importante.

Processo operacional para aplicar o modelo Aquário: Procedimento de ativação proposto: desenvolver um protótipo de um jogo. A equipe coração junto a equipe pulso realizam:

  1. Desenhar o protótipo jogo de facilitadores e o chamado para a participação entre a equipe coração.
    2. Definir a agenda do espaço transformador para sonhar o jogo de formação de facilitadores com equipe pulso
    3. Definir os processos do jogo (eventos) e facilitadores do aquário
    4. Prática diária de observar o espaço, sentir, perceber e conectar-se desde do realizar para que o jogo torne-se realizável desde de seu chamado (comunicação e sub eventos, até o dia D onde se encontram todos para unificar seus processos individuais durante o chamado).
    5. Realizar anotações diárias praticando a intuição e comunicar com a rede de maneira viral.
    6. Compartilhar Ah-ras com o grupo Café do Ah-Ra (sempre mudar de grupo) e voltar aos grupos pioneiros com love backs.
    7. Falar dos Ah-ras para desconhecidos. 
    Publicar suas experiências na rede on e off.
    8. Fechar o ciclo em um Check Point com uma pessoa do grupo e depois com os Mentores,implementando uma atividade prática pelo menos sempre depois do ciclo para experimentar o processo intuitivo na experiência prática.
    9. Prototipar uma nova experiencia (ciclo) incrementando a retro alimentação. (ver Banco do Fluxo).

Os valores são ferramentas, métodos e técnicas, o que encontramos no modelo Aquário:

  • O Templo dos sonhos: Espaço para conectar sonhos com um Aquário.
  • Jogo dos Sábios Aprendizes: Jogo para percorrer a jornada do louco ao mago.
  • Corais Profundos: Ecossistemas de sinergia no aquário
  • A arte da facilitação: Vivências de aprendizes com facilitadores
  • A ciência da facilitação: Vivências de facilitadores com mentores

Modelo de Banco do Fluxo Transgressivo (Open Source)

Banco do Fluxo Transgressivo

A teoria proposta do Bando do Fluxo seria ter um modelo ágil de conectar propósitos com projetos colaborativo de alto impacto, formando um ecossistema transgressivo de colaboração.

Realizando acordos pessoa a pessoa (P2P), evitamos a institucionalização e a burocracia, regulamos a reciprocidade essencial baseado na fluxobiocracia e formamos novos replicadores com qualidade para que sejam novos especialistas em distribuir recursos 8D com sabedoria.

Modelo do Banco do Fluxo aplicado a processo colaborativo local. Sistematização realizada com Paulo Cesar Araújo em Brasilia/DF no mês de Abril de 2017.

Incrementamos por meio da fluxonomia novos fluxos de processos, teorias, práticas, participantes gerando modelos replicáveis de alto impacto rapidamente por grupos de duas pessoas, contas humanas correntes de fluxo, ou contas humanos correntes de conhecimento, tempo ou fortuna.

  • Mentores do Fluxo:
    Processos que ensinam de forma ágil a gerenciar projetos, contratos baseados na fluxonomia, incluindo o planejamento (escopo, prazo, pagamentos por fluxo oferecido e custo de fluxo necessário), preparação de documentação para contabilizar o fluxo, follow up de avanço da fluxonomia e seus resultados partilhados (cuidado e regeneração), controle de distorções em processos de mentoria e organização da contabilidade especializada no fluxo de 8 dimensões.
  • Fluxonomistas Investigadores
    Atualização permanente em gestão de processos que ensinam setores corporativos, colaborativos, comunitários, pessoa a pessoa, associativo e coletivos a incluir padrões transgressivos de modelagem análise, desenho e redesenho de processos utilizando metodologias participativas de padrão aberto e livre para formar novos facilitadores, fluxonomistas e mentores de forma ágil incorporando a inovação aberta em seus processos de governança e cultura organizacional superando crises e ou prevenindo-as. Gestão de Facilitação, Mediação e Encontros Colaborativos e Significativos.
  • Agencia do Fluxo:
    Programas de Investimento Colaborativo baseado na fluxonomia incluindo consultoria, follow up e revisão da documentação de projetos (termo de abertura, declaração de escopo, plano de aquisições, análises de viabilidade econômico 8D, estimativa de custos 8D) conforme metodologia de gestão de projetos ágil e transgressivos. Gestão de Sinergias Locais conduzindo o fluxo de indivíduos a coletivos utilizando índices para novos projetos 8D e sua conversão em modelos de negócios 8D escaláveis. Plataforma de financiamento colaborativo 8D.

Metodologias Transgressivas

Unificar metodologias com experiências próprias para recriar padrões, compartilhando resultados transformadores.

Matriz 4D + Dragon Dreaming + Pedagogia da Cooperação + Sabedoria Ancestral

A matriz do facilitador transgressivo apresenta uma série de metodologias participativas e conceitos integrados e tem como objetivo relacionar vários conhecimentos com a mesma dinâmica da geometria. Por meio dessa relação podemos encontrar novos padrões e respostas.

Para nós tem sido muito útil transgredir os formatos padrões das metodologias participativas nas formações de facilitadores, principalmente porque no momento de decidir que projeto prototipar e a forma de prototipação levamos as pessoas ao seu processo natural, o debate e aí propomos aplicar a Sociocracia para decidir e a investigação pessoal para a prototipação e continuidade do projeto.

Sonhocracia: Integrando o Dragon Dreaming e a Sociocracia

Sonhocracia

Durante um processo colaborativo na Colômbia juntamente ao coletivo Nuhjay desenvolvemos um processo piloto onde integramos o conceito de círculos de fluxo de valor da Sociocracia e Drivers da Sociocracia 3.0 com as etapas sonhar e planejar do Dragon Dreaming. Os objetivos estratégicos específicos revelaram-se como Drivers, conceito que é utilizado na S3 e que adotamos para: necessidades que entusiasmam o grupo no presente. Os objetivos como círculos por drives revelarão uma sequência de atividades para suprir a necessidade ou cumprir os sonhos de forma ágil. As atividades que não estavam nos drivers (círculos / objetivos) passaram a ser como um backlog. Os que tinham conexão com todos os círculos ficaram no centro.

Roteiro para aplicar a Sonhocracia ágil:
1. Aplicamos o círculo dos sonhos do DD e o Planejar tal qual o introdutório DD.
2. Encontramos os drivers (motivadores por coluna) e transformamos em círculos de domínio de valor, onde vamos trabajar para gerar valor com os princípios da Sociocracia 3.0*
4. Chuva de estratégias por driver. 
Organizamos ações em atividades por círculo.
5. Aqui entra a Sociocracia 3.0: Definir os padrões de cada círculo: 
.Critérios de tomada de decisão: 
Apresente propostas!
.Protocolos de comunicação: 
Defina como será documentado as propostas e decisões.
.Processos operacionais: 
Defina os procedimentos para cada processo. **

*Para aprovar um driver e dar início a um círculo na Sociocracia 3.0 existe uma necessidade de gerar uma proposta. Essa proposta deve ser apresentada. Após a apresentação busca-se o consentimento para a aprovação.

Síntese ágil sobre Drivers:
1. Verificar o que causa tensão no coletivo, grupo ou projeto.
2. Verificar as condições para se crie um Círculo com autonomia (S3) para lidar com a tensão.
3. Ter claridade sobre a ação/objetivo por meio da revisão das necessidades
4. Definir os Acordos para o Driver (Círculo) vir a ser e o seu tempo de existência estimado.
5. Estratégia por pessoa ou grupo de pessoas com prazos.

Realidade Atual:
Tensão -> Driver -> Resposta
Realidade Desejada

Padrões Recomendados para o processo de tomada de decisão:
1. Ação Sistematizada: Registrar todo o processo anterior, durante e após as reuniões.
2. Facilitador Sistematizador: Alguém que possa organizar as informações e repassar.
3. Facilitador de Drivers: Quem identifica a tensão (pode ser também e costuma ser a prioridade) e orienta a governança dinâmica.
4. Círculos de Fluxo: Orientar as decisões para um fluxo ágil, sem reuniões demoradas.
5. Backlog e Caixa de Espera: O que temos que fazer em seguida e o que espera.

Recomendamos a formação de Sociocracia 3.0 com os facilitadores capacitados caso não sinta-se preparado a estudar de maneira autodidata ou com mentoria. Neste documento estamos utilizando o conceito de transgressão e o princípio de empirismo.

** É necessário realizar o processo com consentimento e de forma transparente, equânime, consentida para ser Sociocratico. É necessário sistematizar o processo de consentimento sempre. Dessa forma conseguimos agilizar o processo de sonhar, planejar e realizar já organizando um coletivo com conceitos de sociocracia e sociocracia 3.0.

Conclusão: É produtivo apresentar a Sociocracia na etapa do Realizar no quadrante do Dragon Dreaming. Resumimos os eventos de gerar propostas e aprovar por consentimento utilizando a etapa planejar do Dragon Dreaming integrado com a CNV.

Comentários: Ficamos entusiasmados em ver que o processo de planejar do Dragon Dreaming, com os objetivos encontramos podem tornar-se como círculos e que cada círculo é um Driver, isso realizado quase sempre de forma coletiva. Quando pensamos em necessidades, tensões ou condições podemos propor de uma vez sonhar para visualizarmos juntos como solucionamos. O planejar sem falar é muito efetivo para acelerar processos. O sistema de documentação pode ser reverso e os padrões da S3 passam a ser desenhados após a co-criação coletiva. Seria a S3 Empírica.

Tecnologias Ancestrais: Considerando a necessidade de fortalecer o processo de crescimento pessoal dos facilitadores e participantes dos projetos colaborativos a docente investigadora, mentora e facilitadora ancestral Laura Rengifo Tovar desenvolve ferramentas a partir da observação dos padrões dos povos originários, servindo de interface entre as cosmovisões e as cidades em transição.

Aqui apresentamos ferramentas ancestrais que compartilhamos em nossos encontros com o objetivo de apoiar o processo de crescimento pessoal:

Conclusão: Sem um processo intenso de crescimento pessoal nenhuma das técnicas anteriores terá seu máximo resultado transformador. Para isso recomendamos que todo CASULO, AQUÁRIO ou BANCO DO FLUXO tenha uma grupo de mentores que pratique uma cosmo visão de forma coerente e que busque com propriedade atribuir ao sistema colaborativo a transição da consumo visão para a identidade original do ser humano que seria o equilíbrio da relação essencial de reciprocidade, ou a cosmogeocracia, empreender a aprendizagem de conexão recíproca com o território.

Cosmogeocracia: Modelo Adaptado da Fluxonomia da Lala Dehenzelin para a Sabedoria Ancestral
Sistema de aprendizado da interpendencia do espírito com a natureza humana. Por Prem Avatar Das e Govida Jaya Jaya

Continua!

Entendendo a Cosmogeocracia:
https://www.youtube.com/watch?v=DRJdNrFSNCk

Qualquer dúvida: Prem Avatar Das: diogo@nascentes.org.br