Você se conhece?

Seja sincero: você nunca parou e pensou “porque eu continuo agindo assim?” ou “seria tão bom se eu fosse que nem tal pessoa…” ? Não seria maravilhoso se pudéssemos simplesmente transportar todos os comportamentos que mais admiramos nos outros automaticamente para nós?

Bem, na verdade, não seria. Sabe por quê? Porque todos nós possuímos forças, fraquezas e algo a desenvolver. Então, dependendo da intensidade, situação e maneira como realizamos uma atividade, certa característica pode nos ajudar ou nos atrapalhar. Mas como estar no controle e não ser refém disso?

Durante muito tempo essa pergunta não saiu da minha cabeça. Eu ficava observando as pessoas e me perguntando por que elas agem como agem. Por que algumas pessoas são tão autoritárias e demandantes e outras, carismáticas e empolgadas? Por que algumas parecem sempre tranquilas e disciplinadas em suas rotinas e outras são tão perfeccionistas, necessitando de detalhes e informações para poder se colocar?

Responder essa pergunta era vital não só para mim, mas para qualquer um que deseja alcançar algo relevante na vida, pois embora tenhamos a tendência de nos aproximar de pessoas com estilos parecidos aos nossos, a convivência com pessoas diferentes é inevitável. Nessas horas é necessário se adaptar de maneira a conviver respeitosa e harmoniosamente com as diferenças, pois o seu sucesso estará sempre conectado em maior ou menor grau com as pessoas a sua volta. Afinal, para alcançá-lo você vai precisar se comunicar todos os dias com seus clientes, com seu companheiro ou companheira, com filhos, amigos, colegas...

Segundo um estudo conjunto realizado pelo Instituto de Pesquisa da Universidade de Stanford, Universidade de Harvard e Fundação Carnegie, somente 15% das razões pelas quais se consegue uma promoção no emprego estão ligados a conhecimentos técnicos. Os 85% restantes, no entanto, estão ligados à habilidade para relacionar-se com os outros, além do grau de conhecimento sobre o comportamento humano que a pessoa possui.

E você? O quanto tem investido em conhecimento técnico e o quanto tem investido em autoconhecimento e em conhecimento sobre pessoas e comportamentos?

O que ficou muito claro para mim e espero que fique para você é: nosso sucesso está muito além das nossas competências técnicas, ele está diretamente relacionado com o nosso autoconhecimento e com o conhecimento daqueles com quem interagimos.

Para me ajudar a superar esse desafio, encontrei o DISC, uma ferramenta de assessment que vem sendo utilizada e aprimorada há mais de 38 anos e que já foi aplicada com sucesso em mais de 53 milhões de pessoas em todo o mundo. Ela se baseia nos estudos de William Moulton Marston, Phd em psicologia por Harvard, Professor em diversas universidades americanas, autor, entre diversos outros, da obra “Emotions of Normal People”, onde apresentou ao mundo o seu método de compreensão dos padrões de comportamento, temperamento e personalidade das pessoas.

Através do DISC e de uma série de dinâmicas de mapeamento, é possível se conhecer, se aceitar e se reconhecer. E, a partir daí, reconhecer os outros e desenvolver a melhor estratégia para uma comunicação harmoniosa, aumentando nosso potencial de sucesso, nossas relações e desenvolvimento.

Para concluir este artigo vou te deixar com 3 dados preciosos:

1 — Baixo nível de autoconhecimento + Baixo nível de conhecimento dos outros = Baixa possibilidade de sucesso

2 — Alto nível de autoconhecimento + Baixo nível de conhecimento dos outros = Possibilidade mediana de sucesso

3 — Alto nível de autoconhecimento + Alto nível de conhecimento dos outros = Alta possibilidade de sucesso

E você? Em qual dos 3 grupos quer estar?

Eu e a metodologia DISC podemos estar ao seu lado nessa descoberta. Clique no link abaixo e saiba como.

https://www.lanzetta.net.br/coaching-individual

Um forte abraço e até o próximo artigo.

Leonardo Lanzetta