Tato

Cri que vazio que sou, transbordo ainda

Destoa da verdade a identidade

Que mostra homem por verdade

Por dentro nocivo, por fora a ginga

Malandro, farsante, gigante

Tropeça em instante e cai pequeno

De pena estendo mão ao mesmo

Intocável, erro distante

Assinais o trato, ignorais o orgulho

Magia negra, amor soa como encanto

Ouço o canto e vasculho

Se ouvistes do vento, não acredite no boato

Minha alma clama o abstrato,

Eu perdi o tato.

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