Valorize: talvez seja uma oportunidade única.

Um texto totalmente diferente do primeiro. O foco é outro.

Seja um tipo de pessoa: aquela que se importa. Aquela que sabe que aquele momento pode não voltar.

Vivemos hoje na era dos orgulhosos, das pessoas que não se importam. Longe de mim criticar alguém ou alguma atitude, ninguém é exemplo de nada. Mas, de certo modo, os relacionamentos são superficiais, inclusive, claro, as amizades. Deixar de responder, seja pelo WhatsApp, pelo Messenger, pelo Twitter, por SMS, por carta, qualquer meio de comunicação, não te torna uma pessoa que sabe viver sem se machucar, te torna uma pessoa arrogante, uma pessoa que passa a impressão de que não está se importando, quando na verdade é o contrário.

Só deixa de responder alguma pessoa se acontece algo que não da pra ser na hora, caso contrário, você está passando uma impressão de que ser ignorante é algo bom. Mas ao mesmo tempo, mágoa a pessoa que está do outro lado. Experiência própria.

Apesar disso, vivemos numa era muito bacana, na qual nos importamos com quem precisa de ajuda. Seja animais, moradores de rua, pessoas que foram agredidas por seus companheiros (é isso vale pros dois lado), estamos estendendo a mão pra quem necessita. Eu, particularmente, fico muito feliz por isso.

São duas coisas que não se batem, sabe? Quem você conversa está te incomodando? Você não quer falar no momento? Avise! Tenho certeza que quem receber esse aviso vai entender. Se a pessoa foi insistente, dê mais um aviso, dessa vez mais duro. Se não funcionar, bloqueia, é simples. Só não seja frio(a). Não precisamos de grosserias particulares.

Claro que nem todos os dias estamos de bom humor, mas como eu disse lá em cima, avise que não está em um bom dia. Talvez precisemos daquele ser, e quando você o procurar, ela não queira te atender.

Permita-se a decepção, permita-se a tristeza. Aprendemos mais com erros para que os acertos comecem a aparecer. Ninguém é de ferro.

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